domingo, 21 de fevereiro de 2016

15. Civilização Islâmica




15. Civilização Islâmica



A civilização Islâmica surgiu na Arábia tendo como seu fundador Maomé (Muhammad), que nasceu por volta de 570, data usada também como início da fundação do Islamismo, também chamado de Islão ou islã, é uma religião abraâmica monoteísta articulada pelo Corão.
Maomé, o fundador do Islã, recebe suas revelações do Alcorão em 610, enquanto meditava nas montanhas próximas de Meca e se apresenta como profeta e começa a pregar publicamente a sua mensagem. Após vários conflitos Maomé conquista Meca pacificamente em 630 e estabelece uma teocracia. Maomé morre em 8 de junho de 632 em Medina e Abu Bakr, general árabe e companheiro de Maomé torna-se o primeiro califa do Islão. Maomé é o grande responsável na criação de uma unidade política coerente entre os árabes.
Após 632 a civilização islâmica se propaga com espantosa velocidade pelo Oriente Médio. Os exércitos mulçumanos conquistaram a Península Arábica, a Pérsia, a Síria, a Armênia, o Egito, o norte da África e o Afeganistão. Em 711, os mulçumanos conquistaram a atual Espanha, levando o islamismo para a Europa.
O império mulçumano, ou califado já estava presente em três continentes quando a capital foi transferida de Meca para Damasco e os califas iniciam a construção de várias mesquitas para consolidar seu governo. A expansão do Islã na Europa foi contida apenas em 732, pelos francos liderados por Carlos Martel já em território francês.
Por volta do ano de 750 inicia a decadência do império islâmico por causa de conflitos políticos e religiosos ocorrendo o desmembramento em califados independentes e várias guerras civis entre eles. No século XI, na península Ibérica inicia o movimento de reconquista dos territórios em poder dos árabes e também as cruzadas, exércitos europeus, enviados pelo papa ao Oriente Médio para travar uma “guerra santa” contra os mulçumanos. E no oriente no século XVI, os turcos otomanos conquistaram o que restava do vasto império islâmico.
O Islã possui duas correntes, Xiitas e Sunitas, sendo que essa cisão ocorreu no islamismo logo após a morte de Maomé que não designou nenhum sucessor, ocorrendo uma disputa em torno de quem deveria ocupar o lugar de Maomé – Ali ou Abu Bakr. Hoje os Sunitas são o maior ramo do Islã que representa quase 84% dos mulçumanos e os Xiitas cerca de 16%.
Como legado cultural os islâmicos deixaram grandes contribuições culturais, assimilando o conhecimento das civilizações com as quais entravam em contato e difundindo aos europeus durante a Idade Média. Nas artes os mulçumanos de destacaram na arquitetura, construindo grandes palácios e mesquitas e também os arabescos, desenhos com uma combinação de formas geométricas usadas para enfeitar as paredes das mesquitas. Na literatura, com grandes obras como “As mil e umas noites”, “As minas do rei Salomão” e “Ali Babá e os quarenta ladrões”. Na matemática desenvolveram a álgebra e a trigonometria. Na agricultura, difundiram novos produtos e novas técnicas, como a irrigação.
Hoje o Islão é a segunda religião com maior número de fiéis, atrás apenas do cristianismo.




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sábado, 20 de fevereiro de 2016

14. Império Bizantino






14. Império Bizantino



O Império Bizantino é o primeiro grande Império durante a Idade Média, que foi nada mais que o Império Romano do Oriente, ou seja, a continuação direta do antigo Império Romano mais com algumas diferenças como a língua grega como predominante em contraste com a língua latina do império Romano do Ocidente e caracterizado também por uma igreja cristã do Estado.
A distinção entre o Império Romano e o Império Bizantino é uma convenção moderna, não sendo possível atribuir uma data de separação, mas tem como um ponto importante a transferência da atual capital do império Romano do Oriente Nicomédia para Bizâncio, em 324, pelo imperador Constantino I. Bizâncio se tornou Constantinopla, que significa “Cidade de Constantino”, onde hoje é a cidade de Istambul.
O império Romano foi finalmente dividido em 395, após a morte do imperador Teodósio I, se tornando completamente separado do Ocidente, e sendo poupado das dificuldades enfrentadas pelo Ocidente até a sua queda em 476.
O primeiro imperador foi Arcádio, filho de Teodósio I, a governar o império Bizantino. Mas foi seu filho Teodósio II que fortaleceu as muralhas de Constantinopla, construindo o Muro de Teodósio entre os anos de 408 a 412 deixando a cidade imune à maioria dos ataques, não sendo violado até 1204.
Durante o império Bizantino que durou mais de 1000 anos houve várias dinastias, cada uma com seus apogeus e quedas. Mas durante a maior parte de sua existência, manteve-se como a mais poderosa força militar, econômica e cultural da Europa, apesar de contratempos e perdas territoriais, especialmente durante as guerras contra persas e árabes.
No campo religioso a igreja oficial do Império Bizantino foi a Igreja Ortodoxa que possui uma história comum com a igreja Católica romana até o século XI, quando em 1054 houve a ruptura entre Igreja Católica no Ocidente e Igreja Ortodoxa no Oriente que foi chamado de Cisma do Oriente. A deterioração das relações entre as duas igrejas contribuiu largamente para o episódio do saque de Constantinopla durante a quarta Cruzada em 1204, quando foi dissolvido e dividido em reinos latinos e gregos concorrentes, sendo restabelecido em 1261, No entanto sucessivas guerras civis no século XIV minaram ainda mais a força do já enfraquecido império, e mais dos territórios restantes foram perdidos nas Guerras bizantino-otomanas, que culminaram na Queda de Constantinopla e na conquista dos territórios remanescentes pelo Império Otomano no século XV.
Após a conquista de Constantinopla houve a migração de intelectuais bizantinos que levaram consigo conhecimentos que influenciaram o movimento cultural conhecido como Renascimento e o comércio de especiarias, anteriormente monopolizado por Veneza e Gênova, foram abalados, pois além de serem cobradas taxas altíssimas pelos produtos comercializados, ficou muito perigoso para cristãos navegarem para estes lados do Mediterrâneo. Isso foi um dos motivos que levaram os Estados nacionais começassem a procurar por novas rotas para adquirir as especiarias da Índia e da China. Foi depois da queda de Constantinopla que Portugal descobriu o caminho marítimo para a Índia, e a Espanha, com Cristóvão Colombo, chegou à América. Como consequência as repúblicas de Gênova e Veneza entraram em declínio à medida que os portugueses contornavam a África e chegavam à Índia e os espanhóis descobriam a América.
As diversas transformações econômicas e políticas que se seguiram à queda do Império Bizantino ou Império Romano do Oriente levaram os historiadores a convencionarem o ano de 1453 como o marco do fim da Idade Média e do fim do feudalismo na Europa, fazendo da queda do Império Bizantino um grande marco para as descobertas de novas terras, e para o desenvolvimento do capitalismo no mundo e para a entrada da humanidade na Idade Moderna.

Cronologia do Império Bizantino


  • 324 – Transferência da capital para Constantinopla por Constantino I.
  • 395 – Divisão do Império Romano em dois, Ocidente e Oriente.
  • 408 – Início da Construção do Muro de Teodósio II.
  • 476 - Queda do Império Romano do Ocidente
  • 1054 – Cisma do Oriente, Divisão da igreja Cristã em Católica Romana do Ocidente e Ortodoxa do Oriente.
  • 1204 – Saque de Constantinopla durante a Quarta Cruzada.
  • 1261 – Restabelecimento do Império Bizantino.
  • 1453 - Tomada de Constantinopla pelos turcos Otomanos.




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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

13. Idade Média




A idade Média, também conhecida como Era Medieval ou Idade das trevas, inicia com a queda do Império Romano do Ocidente em 476 d.C. e termina em 1453 com a tomada de Constantinopla pelos turcos Otomanos.
Durante todo esse período a igreja teve forte influência sobre a sociedade. E o feudalismo foi o sistema político, social e econômico da época, sendo que muitos estados europeus foram criados nesta época como França, Inglaterra, Dinamarca, Portugal e Espanha.
O primeiro grande Império durante a Idade Média é o Império Bizantino, que foi nada mais que o Império Romano do Oriente, ou seja, a continuação direta do antigo Império Romano mais com algumas diferenças como a língua grega como predominante em contraste com a língua latina do império Romano do Ocidente e caracterizado também por uma igreja cristã do Estado. Esse império sobreviveu por mais de 1000 anos e sua queda vai ser o marco para a entrada da humanidade para a Idade Moderna.
Outro grande destaque da Idade Média é o surgimento da civilização islâmica junto com o islamismo, a religião fundada por Maomé, que logo após a sua morte inicia um período de expansão islâmica com a criação de um vasto Império Árabe muçulmano.
Já na parte ocidental da Europa após a queda do império Romano do Ocidente e durante a idade Média alguns povos que eram conhecidos como bárbaros se destacaram, entre eles os Francos que influenciaram a criação de vários estados europeus como Itália, Alemanha e França. O principal nome do Reino dos Francos foi Carlos Magno (742 – 814), que incorporou a maior parte da Europa Ocidental e Central e foi responsável pelo renascimento das artes, religião e cultura por meio da Igreja Católica.
Com o enfraquecimento dos sucessores de Carlos Magno a partir do século IX até o século XII, uma nova organização social, política e econômica se firmava com o nome de feudalismo que favoreceu o fortalecimento da igreja nos campos religiosos, econômicos e políticos da época e o aparecimento da cavalaria e consequentemente as cruzadas.
As cruzadas foram movimentos militares de inspiração cristã que partiam da Europa Ocidental em direção a Terra Santa (Palestina), e a cidade de Jerusalém com o intuído de conquista-la, mantendo o domínio cristão. Estes movimentos estenderam-se entre os séculos XI e XIII, época em que a Palestina estava sob controle dos turcos muçulmanos.
Durante o século XIII, em 1206 sob o comando de Gêngis Khan, os mongóis se unificaram e iniciaram uma expansão sem precedentes que em 20 anos alcançaram os que os romanos levaram séculos para construir, surgindo o poderoso Império Mongol que atingiu a maior extensão territorial de um império na História, sendo ultrapassado somente em 1920 pelo Império Britânico.
Com a presença unificadora dos mongóis sobre uma imensa área da Ásia ressuscitaram o comércio nas antigas rotas de caravanas; isso também ajudou a peste bubônica conhecida como peste negra a mover-se em direção a Europa que mais tarde teria dizimado um terço da população da época no continente europeu.
Por fim, os principais eventos que ocorreram na transição da Idade Média para a Idade Moderna foram:

Destaques da Idade Média


  • Império Bizantino
  • Civilização Islâmica
  • Reino dos francos
  • Criação dos Estados Europeus
  • Feudalismo
  • As Cruzadas
  • Império Mongol.
  • Peste Negra
  • Guerra dos Cem Anos.

Cronologia da Idade Média


  • 476 - Queda do Império Romano do Ocidente
  • 570 – Nascimento de Maomé
  • 630 – Fundação do Islamismo
  • 768 – Calos Magno se torna rei dos Francos
  • 840 – Divisão do reino dos Francos em 3: França, Alemanha e Itália.
  • 1066 – A Inglaterra foi conquistada por Guilherme, o Conquistador.
  • 1096 – Início das Cruzadas
  • 1206 – Inicio do Império Mongol.
  • 1272 – Fim das Cruzadas
  • 1337 – Início da Guerra dos Cem Anos entre França e Inglaterra.
  • 1348 – Peste Negra na Europa
  • 1453 – Final da Guerra dos Cem Anos.
  • 1453 - Tomada de Constantinopla pelos turcos Otomanos




Idade Média








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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

12. Civilização Romana (Império Romano)





A civilização Romana surgiu de uma pequena comunidade agrícola fundada na península Itálica no século X a.C., ao qual era localizada ao longo do mar Mediterrâneo e centrada na cidade de Roma, que conforme a versão lendária, a cidade foi fundada por Rómulo e Remo em 753 a.C.
A civilização Romana iniciou-se como uma monarquia desde sua fundação até o ano de 509 a.C., quando o último rei de Roma Tarquínio, o Soberbo foi assassinado e iniciado a Republica Romana. Durante esse período, que segundo Virgílio (Eneida) e Tito Lívio (História de Roma) houve sete reis aos quais acumulavam os poderes executivo, judicial e religioso e eram auxiliados pelo senado que detinha o poder legislativo e de veto, decidindo aprovar, ou não, as leis criadas pelo rei.
Já a República Romana é a expressão usada por convenção para definir o Estado romano e suas províncias desde o fim do Reino de Roma em 509 a.C. ao estabelecimento do Império Romano em 27 a.C.. Durante o período republicano, Roma transformou-se de simples cidade-estado num grande império.
Durante esses quase 400 anos de republica surgiram às primeiras grandes obras como o Circo Máximo, o primeiro aqueduto, que distribuía água para toda a cidade, e a Via Ápia, uma grande estrada que permitia a movimentação de tropas pelos territórios romanos. Foi também durante esse período que iniciaram as conquistas romanas com a dominação das cidades gregas do sul da península Itálica. E depois do maior inimigo de Roma, a cidade de Cartago em 149 a.C., e posteriormente conquistaram a Grécia em 133 a.C., assumindo o controle total do mar Mediterrâneo.
Porém a República Romana entrou em crise no século I a.C., quando o senado romano passou a ter seu poder desafiado pelo poderio militar de alguns generais, ocorrendo uma série de acontecimentos que culminou no primeiro triunvirato, um acordo secreto entre Júlio César, Pompeu, dois dos principais generais de Roma, e Crasso, um rico comerciante. Os três passaram a chefiar o governo até a derrota e morte de Crasso em uma batalha e início de uma guerra entre os dois generais resultando na vitória de César que se declarou ditador em 49 a.C. Após dois anos César invadiu o Egito e proclamou Cleópatra como rainha, mas foi assassinado por um complô do senado, liderado por seu sobrinho e filho adotivo Bruto em 44 a.C.
Por esta altura a república tinha sido decisivamente abalada e surge o segundo triunvirato, entre Otaviano (sobrinho de Júlio César), Marco António e Lépido. Os três caçam todos os conspiradores da morte de César e dividem o território romano em três partes, mas a parte correspondente a Lépido foi logo anexada por Otaviano e logo ele derrota também Marco Antônio tornando-se efetivamente o primeiro imperador romano e recebendo o título de Augusto – “consagrado” ou “Santo” - em 27 a.C., data usada pelos historiadores como início do Império Romano.
O primeiro Imperador Romano foi Otaviano conhecido como Augusto (27 a.C. – 14 d.C.), seguidos por Tibério (14 – 37), Calígula (37 – 41), Cláudio (41 – 54) e Nero(54 – 68), que são conhecidos como a Dinastia Julio-Claudiana. É durante esse período que nasceu e morreu Jesus Cristo e houve o incêndio de Roma durante o governo de Nero.
Após o suicídio de Nero inicia a dinastia Flaviana com Tito Flávio Sabino Vespasiano (69 - 79), seguido por Tito Flávio Vespasiano Augusto (79 – 81) e Tito Flávio Domiciano (81 - 96). Foi durante esse período que foi construído o coliseu de Roma (70 – 90) e o imperador Tito destruiu Jerusalém iniciando a segunda diáspora judaica em 70 d.C.
Após o assassinado de Domiciano, Roma encontra-se bastante céptica quanto à validade do modelo dinástico e a sucessão imperial evoluiu para o conceito do mais apto. Esta mudança deu origem ao período dos cinco bons imperadores: Nerva (96 – 98), Trajano (98 – 117), Adriano (117 – 138), Antonino Pio (138 – 161) e Marco Aurélio (161 – 180). Nesse período Roma desfrutou de relativa paz e prosperidade política, militar e econômica, tendo, então, atingido seu auge. Mas esse período foi interrompido quando Marco Aurélio indicou não o homem mais apto para substituí-lo no cargo após sua morte e sim o seu filho, Cómodo (161 – 192) que foi responsável pelo início das instabilidades políticas que abalaram o Império Romano.
Após a morte de Cómodo inicia a crise do século terceiro entre (193-285), ao qual o império teve 28 imperadores e apenas 2 faleceram por causas naturais, sendo esse período marcado também pelo início das invasões dos povos bárbaros que habitavam as zonas fronteiriças do império. Essa crise só termina com a chegada de Diocleciano em 285 que enfim pôs ordem no império dividindo em duas partes: oriental e ocidental.
O tempo de prosperidade dura pouco e em 410 Roma é saqueada pelos visigodos, e em 452 os hunos, liderados por Átila, invadem a península itálica, mas não chegaram a Roma. Em 455 os vândalos saqueiam Roma e em 476 o império Romano do ocidente cai, quando Rômulo Augusto é derrubado do poder pelos bárbaros germânicos. Entretanto o Império Romano do Oriente, com sua capital em Constantinopla, continuou a existir por quase mil anos, até 1453. A queda de Roma em 476 é o marco para o início da Idade Média.

Cronologia da Roma Antiga


  • 753 a.C. – Fundação da Cidade de Roma.
  • 509 a.C. – Fim da Monarquia Romana e início da República.
  • 326 a.C. – Grandes obras como o Circo Máximo e a Via Ápia.
  • 275 a.C. – Início do período de conquistas.
  • 149 a.C. – Controle total do Mediterrâneo por Roma.
  • 59 a.C. – Primeiro Triunvirato.
  • 49 a.C. – César se declara ditador.
  • 44 a.C. – Assassinato de Júlio César.
  • 43 a.C. – Segundo Triunvirato.
  • 31 a.C. – Otaviano é eleito sucessor de Júlio César.
  • 27 a.C. – Inicio do Império Romano.
  • 27 a.C. – Inicio da Dinastia Julio-Claudiana.
  • 69 d.C. – Inicio da Dinastia Flaviana.
  • 70 d.C. – Destruição de Jerusalém.
  • 96 d.C. – Início do período dos cinco bons imperadores.
  • 180 d.C. – Marco Aurélio indica seu filho Cómodo ao poder.
  • 193 d.C. – Início da crise do século terceiro.
  • 285 d.C. – Divisão do império em duas partes: Oriental e ocidental.
  • 410 d.C. – Roma é saqueada pelos visigodos.
  • 476 d.C. – Queda de Roma e início da Idade Média.




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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

11. Filosofia Grega






A filosofia ocidental surgiu na Grécia antiga no século VI a.C. e pode-se dizer que a filosofia surge como uma espécie de rompimento com a visão mítica do mundo. Enquanto os mitos se organizavam em narrações, imagens e seres particulares, a filosofia inaugurava o discurso argumentativo, abstrato e universal. Além disso, ao contrário dos autores de mitos, os filósofos gregos tentaram elaborar concepções de mundo que fossem isentas de contradições e imperfeições lógicas.
Os primeiros filósofos gregos, geralmente chamados de pré-socráticos, dedicaram-se a especulações sobre a constituição e a origem do mundo. Tales de Mileto foi o primeiro pensador que podemos chamar de filósofo. Como outros pré-socráticos, Tales dedicou-se a caracterizar o princípio ou a matéria de que é feito o mundo. Sustentou que este princípio era a água.
Após os pré-socráticos já no período clássico, a filosofia vinculou-se a um momento histórico privilegiado - o da Grécia clássica. Nesse período, que compreende os séculos 5 a.C. e 4 a.C., a civilização grega conheceu seu apogeu, com o esplendor da cidade de Atenas. Essa cidade-estado dominou a Grécia com seu poderio militar e econômico e adotando a democracia como sistema político, Atenas assistiu a um florescimento admirável das ciências e das artes. Foi esse período histórico que deu origem ao pensamento dos três maiores filósofos da Antiguidade: Sócrates, Platão e Aristóteles.
Sócrates não deixou uma obra escrita, mas conhecemos seu pensamento através das obras de seu discípulo Platão. Este não escreveu uma obra sistemática, organizada de forma lógica e abstrata, mas sim um rico conjunto de textos em forma de diálogo, em que diferentes temas são discutidos. Os diálogos de Platão estão organizados em torno da figura central de seu mestre – Sócrates que foi condenado a morte em Atenas no ano de 399 a.C.
Após a morte de Sócrates, em 387 a.C., Platão funda a Academia em Atenas, a primeira universidade do planeta que seria fechada em 529 d.C. pelo imperador Justiniano que serve como marco para o fim da era greco-romana.
Já Aristóteles funda o Liceu em Atenas, uma escola rival da Academia de Platão no ano de 335 a.C. Aristóteles ao contrário de Platão criou uma obra sistemática e ordenada. A filosofia aristotélica cobre diversos campos do conhecimento, como a lógica, a retórica, a poética, a metafísica e as diversas ciências.
Na transição do século IV para o século III a.C., durante o período helenístico, formam-se duas escolas filosóficas cujos ensinamentos representam uma clara mudança de ênfase em relação à Academia de Platão e à escola peripatética de Aristóteles. Sua preocupação é principalmente a redenção pessoal. Tanto para Epicuro e seus seguidores como para Zenão de Cítio e demais estoicos o principal objetivo da filosofia deveria ser a obtenção da serenidade de espírito. As duas escolas também se assemelham na crença de que esse objetivo passa por uma espécie de harmonização entre o indivíduo e a natureza, mas divergem quanto à forma de se realizar essa harmonização.
Esse período inicial da filosofia é classificado como Filosofia Antiga que se estendeu até a decadência do império romano no século V d.C. dando início a Filosofia medieval.




Filosofia Grega







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domingo, 14 de fevereiro de 2016

10. Mitologia Grega





10. Mitologia Grega



Mitologia grega é o estudo relacionado aos mitos da Grécia Antiga que em sua época os gregos consideravam como religião e era usada para explicar as origens do mundo com uma ampla variedade de deuses, heróis e outras criaturas mitológicas. Ao longo dos tempos, esses mitos foram expressos através de uma extensa coleção de narrativas que constituem a literatura grega e tem como principais obras os poemas épicos Ilíada e Odisseia de Homero e também a Teogonia e Os trabalhos e os Dias de Hesíodo.
A mitologia grega não possui um cronograma absoluto, mas podemos montar uma cronologia da história mitológica dividindo-a em três grandes períodos:
  1. Mito da origem ou da era dos deuses: é a Teogonia, o nascimento dos deuses, os mitos sobre a origem do planeta, dos deuses e da raça humana.
  2. Era em que os homens e os deuses se mesclam livremente: história das primeiras interações entre deuses, semideuses e mortais juntos.
  3. Era dos heróis: onde a atividade divina ficou mais limitada. Período das lendas heroicas como a guerra de Tróia e suas consequências.
A mitologia Grega é muito ampla e possui muitos personagens desde os deuses primordiais, titãs e deuses dos olímpicos passando pelos semideuses, heróis entre vários outros. Abaixo segue um pequeno resumo da mitologia grega e seus principais deuses e heróis.
Tudo se inicia com o Caos, o vazio primitivo e escuro que precede toda a existência. Dele, surge Gaia (a personificação da Terra), e outros seres divinos primordiais: Eros (Amor, princípio organizador do mundo), Tártaro (mundo inferior), Érebo (a personificação da escuridão), predominando sobre as regiões do espaço logo acima dos mantos noturnos de sua irmã Nix (a personificação da noite).
Gaia gerou sozinha Urano(Céu), Pontos(Mar) e Óreas(Montanhas). Então Urano fertiliza Gaia e dessa união nasce primeiramente os titãs; e logo os Ciclopes. Conduto, Urano, não os permitiu sair do interior de Gaia e eles permaneceram obedientes ao pai. Somente Cronos, o mais jovem, castrou o seu pai com uma foice produzida das entranhas da mãe Gaia e lançou seus genitais no mar, produzindo a deusa Afrodite e libertando, assim, todos os irmãos presos no interior da mãe. Sem a interferência do pai, Cronos tornou-se o rei dos titãs com sua irmã Reia como cônjuge e os outros Titãs como sua corte.
Quando Cronos tomou o lugar de Urano, tornou-se tão perverso quanto o pai. Com sua irmã Reia, procriou os primeiros deuses olímpicos, mas logo os devorou enquanto nasciam pelo medo de que um deles o destronasse. Mas Zeus, o filho mais novo, com a ajuda da mãe, conseguiu escapar do destino e travou uma guerra contra seu progenitor, cujo vencedor ganharia o trono dos deuses. Ao final, com a força dos Ciclopes, Zeus venceu e condenou Cronos e os outros Titãs na prisão do Tártaro, depois de obrigar o pai a vomitar seus irmãos.
Depois dessa destituição dos Titãs, um novo panteão de deuses e deusas surgiu. Entre os principais deuses gregos estavam os olímpicos, que residiam no monte Olimpo, montanha mais alta da Grécia, abaixo dos olhos de Zeus. No entanto, os deuses gregos, embora poderosos e imortais eram essencialmente humanos, tinham grandezas e fraquezas humanas como violência, ciúme, ódio e inveja, embora fossem donos de corpos físicos ideais. Os deuses também se relacionavam com humanos em histórias de amor entre um deus e uma mortal surgindo os semideuses ou heróis como Hercules, Aquiles e Perseu.
Abaixo a relação dos Deuses Olímpicos, com seus nomes gregos e romano e suas funções:
  • Zeus / Júpiter - Rei dos deuses e governante do Monte Olimpo; deus do céu e das tempestades. O filho mais novo dos Titãs Cronos e Reia.
  • Hera / Juno - Rainha dos deuses. Deusa do casamento e da maternidade. Mulher e irmã de Zeus.
  • Poseidon / Netuno - Deus dos mares, das tempestades, dos terremotos e dos cavalos. Irmão de Zeus e Hades.
  • Deméter / Ceres - Deusa da fertilidade, agricultura, natureza e estações do ano. Irmã de Zeus.
  • Hades / Plutão - Deus dos mortos, dos infernos e das riquezas da terra. Irmão de Zeus e Poseidon.
  • Héstia / Vesta - Deusa virgem do lar e da lareira. Irmã de Zeus.
  • Afrodite / Vénus - Deusa do amor, da beleza e da sexualidade. Filha de Urano ou noutras tradições de Zeus e Dione.
  • Apolo / Febo - Deus do sol, da cura, da peste, das artes, da música, poesia e profecia. Ártemis é sua irmã gémea. Filho de Zeus e de Leto.
  • Ares / Marte - Deus da guerra. Filho de Zeus e Hera.
  • Ártemis / Diana - Deusa virgem da caça e da lua. Irmã gémea de Apolo.
  • Atena / Minerva - Deusa virgem da sabedoria, ofícios e estratégia militar. Filha de Zeus com Metis.
  • Dioniso / Baco - Deus do vinho, das festas e do êxtase. Filho de Zeus e da mortal Sémele.
  • Hefesto / Vulcano - Ferreiro dos deuses; deus do fogo e da metalurgia. Filho de Zeus e Hera.
  • Hermes / Mercúrio - Mensageiro dos deuses; deus do comércio e dos ladrões. Filho de Zeus e da ninfa Maia.
A mitologia grega tem exercido uma grande influência na cultura, nas artes e na literatura da civilização ocidental principalmente no período do renascimento e permanece como parte da herança e da linguagem do Ocidente.




Mitologia Greg

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sábado, 13 de fevereiro de 2016

09. Grécia Antiga







09. Grécia Antiga



O período histórico denominado “Grécia Antiga” corresponde apenas uma parte da história do povo grego que abrange desde os primeiros jogos olímpicos em 776 a.C. até a morte de Alexandre, o Grande em 323 a.C. Porém a primeira civilização a aparecer na Grécia foi a civilização Egeia mais conhecida como civilização minoica entre o período de 2.600 a.C. a 1.450 a.C., mas pouco se sabe a respeito dos minoicos e sua queda está relacionado com a invasão dos micênicos.
O período micênico que corresponde entre o período de 1.600 a.C. até 1.100 a.C. é quando a cultura grega se forma a partir de uma adaptação da cultura minoica em alguns aspectos como, por exemplo, o sistema de grafia que utilizava símbolos minoicos para representar a nova língua grega. Nesse período já se falavam o grego mais não existia uma unidade política, havendo vários reinos micênicos. É nesse período que se refere o trabalho épico de Homero e boa parte da mitologia grega.
Por volta de 1.100 a.C. com o fim da civilização micênica inicia o período da idade das Trevas que iria até 750 a.C.. Durante esse período a língua grega deixou de ser escrita, o comercio internacional era mínimo e na arte cerâmica houve um retrocesso significativo. O colapso dos micênicos coincidiu com a queda de vários outros grandes impérios como o império hitita e o egípcio.
Com a ascensão das primeiras cidades-estados gregas por volta do século IX a.C., os poemas épicos de Homero e as primeiras instâncias da escrita alfabética grega iniciam o período Arcaico ou também conhecido como Grécia Antiga que tem como marco inicial a data de 776 a.C. com a realização dos primeiros Jogos Olímpicos e vai até 323 a.C. com a morte de Alexandre o Grande. A nesse período que se forma a cultura da Grécia que representaria o fundamento da civilização ocidental influenciando em vários aspectos como língua, política, educação, filosofia, arte e arquitetura. É também nesse período que a maioria dos nomes gregos conhecidos no mundo atual viveu como o poeta Homero, os políticos Felipe II e Alexandre e os filósofos Sócrates, Platão e Aristóteles.
Dentro do período Arcaico existe uma subdivisão chamada de período Clássico que corresponde entre 480 a.C. com a batalha de Salamina onde os gregos se unem para combater o exército persa terminando em vitória grega até 359 a.C. quando Felipe II foi coroado rei da Macedônia. Esse período é dominado por Esparta, uma oligarquia militarista, e Atenas, uma democracia aristocrata, ao nível externo verifica-se a ascensão do Império Persa.
Após o fim das Guerras Médicas com a expulsão dos povos Persa e Medos do território grego Atenas se torna a principal cidade do mundo grego rivalizando com Esparta outra grande potência. Cada uma delas forma uma aliança política e militar com outras cidades gregas, no caso de Esparta era a Liga do Peloponeso e no caso de Atenas a Liga de Delos iniciando um período de conflitos entre 431 a.C. até 404 a.C. chamado de a guerra do Peloponeso.
Esse período de 27 anos de lutas entre Esparta e Atenas resultou em uma Grécia enfraquecida e devastada facilitando o domínio macedônico sobre grande parte da Grécia sobre o comando de Felipe II rei da Macedônia.
Após a morte de Felipe II em 336 a.C., seu filho Alexandre assume o poder e continua a política expansionista de seu pai se tornando o mais célebre conquistador do mundo antigo com um vasto império que ia da Ásia Menor ao Afeganistão, e também ao Egito. Esse período da Grécia Antiga termina com a morte de Alexandre, o Grande em 323 a.C. na Babilônia, iniciando o período helenístico.
O Helenismo inicia em 323 a.C. e termina em 146 a.C. com a anexação da península e ilhas gregas por Roma. Nesse período o império de Alexandre foi divido em três partes por seus principais generais que lutariam entre si pela posse do império.

Resumo


PeríodoCivilizaçãoInicio Fim
Pré-HistóricoEgeia ou Minoica2.600 a.C. 1.450 a.C.
Micênico (Idade do Bronze)Micênica1.600 a.C. 1.100 a.C.
Idade das TrevasGrega1.100 a.C. 750 a.C.
Arcaico ou Grécia AntigaGrega776 a.C. 323 a.C.
ClássicoMacedônica480 a.C. 359 a.C.
HelenísticoGrega323 a.C. 146 a.C.

Os gregos foram conquistados militarmente pelos romanos em 146 a.C., mas foram os romanos que foram conquistados pela cultura grega e responsáveis em repassá-la a diversas partes da Europa.
Outro legado dos gregos foi a lista das sete maravilhas do mundo antigo atribuída ao grego Antípatro que escreveu sobre as estruturas em um poema, sendo elas: Pirâmide de Quéops, Jardins suspensos da Babilônia, Estátua de Zeus em Olímpia, Templo de Ártemis em Éfeso, Mausoléu de Halicarnasso, Colosso de Rodes e farol de Alexandria.




Grecia Antiga







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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

08. Hebreus - Judaísmo



08. Hebreus - Judaísmo




08. Hebreus - Judaísmo



Os hebreus também conhecidos como israelitas e posteriormente como judeus foram um povo da região da palestina. A primeira referência aos hebreus acorre por volta de 1.200 a.C., no reinado do faraó Merneptah. Nessa época, algum povo conhecido como “israelitas” já habitava a região da palestina. Mas segundo as tradições hebraicas suas origens estariam ligadas aos patriarcas Abraão, Isaac e Jacó que teriam iniciado a linhagem dos hebreus e lembrados como responsáveis pelos primeiros pactos com Deus relatado no livro do Gênesis.
Porém o conteúdo do livro do Gênesis é de difícil datação e sua composição é atribuída a diferentes grupos e épocas e sendo escrito tardiamente. Existe vários anacronismo nesse livro como, por exemplo, a referência aos filisteus que ajuda a datar o relato bíblico, já que os filisteus apenas chegaram à região a partir de 1.200 a.C. e a menção aos arameus que só chegaram a região no século X a.C. e referências a algumas cidades como Dan e Ur levando a conclusão que provavelmente boa parte do Gênesis foi desenvolvida por volta de 700 a.C.
Outro principal evento do povo hebreu e da origem do judaísmo é o episódio do Êxodo que se refere a um episódio bíblico ao quais os judeus, escravizados no Egito, teriam conseguido fugir da terra estrangeira, retornando a sua terra de origem, Canaã, sob a liderança de Moisés levando 40 anos. É durante o início desse percurso que de acordo com relatos bíblicos, teria ocorrido o pacto entre os hebreus e o seu Deus no monte Sinai por intermédio de Moisés recebendo a tábua com os dez mandamentos. Porém não existem fontes arqueológicas para corroborar a existência de Moisés e de nenhum assentamento humano na época do êxodo e o relato bíblico cita cidades que só existiram muito tempo mais tarde. O final desse evento termina com a conquista de Canaã onde os hebreus deixaram de ser um povo nômade para se tornar um povo com uma terra. Essa região se tornaria o elemento de união deste povo, já que teria sido dada pelo próprio Deus e segundo relatos bíblicos os hebreus teriam conquistado através da força.
O período posterior à ocupação de Canaã foi dominado pelo governo de indivíduos conhecidos como Juízes que eram na maioria líderes militares, cujos atos são relembrados de forma heroica pelos hebreus. Porém é difícil escrever uma história contínua desse período, uma vez que ele apresenta diversos problemas cronológicos. O primeiro juiz teria sido Otnael e o último seria Samuel um profeta que teria consagrado Saul como o primeiro rei e o início da monarquia hebraica.
É nesse período por volta de 1.000 a.C. que a ocupação hebraica do seu território é gravemente abalada com as invasões dos povos filisteus e começa a existir a necessidade de se unir em torno de uma figura política mais forte como um monarca e Saul é consagrado Rei e passa grande parte de seu governo perseguindo os filisteus e morre se lançando sobre sua própria espada após uma campanha fracassada contra os Filisteus. Seu quarto filho, Ishbaal, assume seu lugar por apenas alguns anos até ser assassinado.
O sucessor da monarquia hebraica é Davi e depois seu filho Salomão. Foram durante esses dois reinados que os hebreus tiveram seus tempos de glória e de um reino unido. Mas esse período é pequeno e após a morte de Salomão, em cerca de 935 a.C., seu reino foi dividido em dois estados, Israel e Judá; deste último, os judeus herdaram o nome. Segundo os estudiosos não houve um grande reino hebreu e esses líderes foram engrandecidos num período posterior e a realidade se suas conquistas provavelmente foram bem mais modestas. Também é necessário ter em mente que nenhuma fonte daquele tempo se refere a qualquer um dos dois reis ou ao reino de Israel.
Após a divisão em dois estados, Israel e Judá, houve uma dinastia Omrida, fortemente reconhecida pelos documentos arqueológicos como uma dinastia poderosa. Reconhecido como um monarca cruel pelos autores bíblicos, Ahab, filho de Omri, foi, no entanto um dos maiores reis hebreus porem sua dinastia foram esquecidas, enquanto o período de Salomão foi sobre glorificado pela literatura bíblica. Na verdade, a maior parte das grandes evidências arqueológicas da história de Israel está associada a esse rei e seus sucessores, e não a Salomão.
O reino de Israel dura até 721 a.C. com a conquista dos assírios e o reino de Judá também é conquistado em 598 a.C. pelos babilônios, com isso os hebreus viraram escravos, sendo esse período conhecido como o Cativeiro da Babilônia.
O cativeiro da Babilônia acabou em 539 a.C., quando Ciro, imperador persa conquistou a Babilônia e libertou os judeus, que retornaram a Palestina e reconstruíram o templo de Jerusalém que teria sido destruído por Nabucodonosor. Em 332 a.C. os persas foram derrotados por Alexandre, O Grande e os macedônios e gregos passaram a dominar a Palestina, seguindo pelo domínio romano, a partir de 63 a.C. Após a contenção da revolta judaica iniciada em meados da década de 60 d.C., e a destruição de Jerusalém em 70 d.C., os judeus se dispersaram pelo mundo e o estado de Israel seria criado novamente na Palestina apenas em 1948 pela ONU.




Hebreus - Judaismo





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