domingo, 17 de janeiro de 2016

54. Brasil - Regime Militar (1964-1985)





54. Brasil - Regime Militar (1964-1985)



Em 31 de março de 1964 as Forças Armadas realizam um Golpe Militar de 1964, destituindo João Goulart que se exilou no Uruguai. Entre as características adquiridas pelos governos decorrentes do golpe militar destacam-se o combate à subversão praticadas por guerrilhas de orientação esquerdista, a supressão de alguns direitos constitucionais dos elementos e instituições ligados à suposta tentativa de golpe pelos comunistas, e uma forte censura à imprensa, após a edição do AI-5 de 13 de dezembro de 1968.
Em 1965, pelo Ato Institucional nº 2, todos os partidos políticos então existentes são declarados extintos. Somente dois partidos eram permitidos, a Aliança Renovadora Nacional (ARENA), e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que veio a servir de refúgio a toda a esquerda e extrema esquerda política.
Em 15 de março de 1967, promulgada a sexta Constituição Brasileira pelo Congresso, institucionalizando o movimento e estabelecendo eleições indiretas para presidente, realizada via colégio eleitoral, este eleito diretamente. A partir daquele dia ficavam revogados os atos institucionais baixados desde 1964. Nesse mesmo dia, diante do crescimento dos movimentos de contestação ao regime militar, o General Arthur da Costa e Silva assumiu a presidência da república. Porém esta normalidade institucional dada pela constituição de 1967 durou pouco.
Em 13 de dezembro de 1968, Costa e Silva fechou o Congresso Nacional e decretou o Ato Institucional nº 5, o AI-5, que lhe deu o direito de fechar o Parlamento, cessar direitos políticos e suprimir o direito de habeas corpus.
Em 1969, Costa e Silva sofreu uma trombose e ficou incapacitado; uma junta militar formada pelos comandantes das Forças Armadas assumiu o poder. Em outubro, o General Médici tomou posse como presidente eleito pelo Congresso Nacional que ele pediu que fosse reaberto.
Em 1974, o General Ernesto Geisel assumiu a presidência, tendo que enfrentar grandes problemas econômicos, causados pela dívida externa criada pelo governo Médici, agravados pela crise internacional do petróleo, e uma alta taxa de inflação.
Geisel iniciou a abertura democrática que foi continuada pelo seu sucessor, o General Figueiredo (1979-85). Figueiredo permitiu o retorno de políticos exilados durante os anos 1960 e 70 e foram anistiados os militantes das guerrilhas do tempo de governo Médici.
O regime militar termina com as eleições indiretas para presidente em 1984 e o primeiro presidente civil eleito desde o golpe militar foi Tancredo Neves. Ele não chega assumir por motivos de doença e assume então José Sarney.

Presidente durante a Ditadura (1964-1985):
  • 1964–1967 - Humberto de Alencar Castelo Branco
  • 1967–1969 - Artur da Costa e Silva
  • 1969–1974 - Emílio Garrastazu Médici
  • 1974–1979 - Ernesto Geisel
  • 1979–1985 - João Figueiredo




Brasil - Regime Militar (1964-1985)









Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação

Santa Catarina - História e Geografia

Paraná - História e Geografia

Mato Grosso do Sul - História e Geografia

São Paulo - História e Geografia

Mário de Andrade - Macunaíma

Adolf Hitler - Mein Kampf

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis - Esaú e Jacó

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?

Augusto dos Anjos - Vandalismo

Os símbolos do estado e do município (SP)

Developer - Treinamento, Manuais, Tutoriais

TOTVS - Datasul - Progress - EMS2

sábado, 16 de janeiro de 2016

24. Renascimento









24. Renascimento



O período conhecido como Renascimento seguiu-se O período conhecido como Renascimento seguiu-se à Idade Média e levou à era Moderna. A palavra deriva do latim que significa tornar a nascer e se refere ao ressurgimento da cultura greco-romana. Os artistas e as figuras intelectuais do Renascimento rejeitavam conscientemente as ideias da Idade Média e buscavam inspiração nos modelos clássicos.
Na Idade Média as pessoas consideravam os aspetos e fatos da vida e da história de acordo com os ideais religiosos. Para eles, a vida terrena e os acontecimentos históricos se explicavam pela vontade de Deus, um ser superior. Toda a ciência, a literatura e a arte daquela época dependiam do pensamento religioso.
Todavia, no decorrer do século XIII, a Itália e o resto da Europa começaram a modificar seu modo de pensar, voltando suas atenções para uma vida concreta e terrena, onde o homem passou a ter importância como o grande protagonista de acontecimentos e determinando, ele mesmo, a sua vontade.
No Renascimento, o mundo aparece como cenário das ações humanas, e não como expressão da vontade divina. A natureza também atrai as atenções e se torna objeto de observações e estudos por parte dos renascentistas.
A palavra Renascimento indica, em todos os seus aspetos, o prosseguimento da vida econômica, social e cultural que aconteceu na Itália e depois no resto da Europa.
O Renascimento começou na Itália, com o desenvolvimento das cidades e do comércio, onde abrigavam nobres senhores, como os Lourenço de Médici, da cidade de Florença; os Gonzaga, da cidade de Mantova; os Sforza, da cidade de Milão, e tantos outros nobres senhores que, gozando de prosperidade econômica, resolveram financiar e proteger artistas, cientistas e literatos.
As principais causas do Renascimento foram:
  • A descoberta das Américas e as Grandes Navegações trouxeram novas experiências culturais e cientificas.
  • O humanismo que torna o Homem responsável por si mesmo e não mais subordinado à vontade divina.
  • A queda de Constantinopla, a importante capital do Império Romano do Oriente, grande centro comercial e cultural medieval. Muitos intelectuais de Constantinopla se dirigiram à Itália após a sua queda.
  • O apoio dos mecenas, ricos senhores que patrocinavam artistas e literatos.
  • A invenção da imprensa: Os livros não seriam mais manuscritos, o que facilitaria a divulgação da cultura.
As principais características do Renascimento foram: a criação, originalidade, novos ideais, renovação artística e intelectual e retorno à cultura greco-romana.
O Renascimento foi um fenômeno histórico que fez reviver valores, criar outros novos e trouxe o despertar de novos momentos na literatura, na arte e na ciência.
A sociedade da época aproveitou muito da cultura renascentista, que até hoje chega para nós. Foi o Renascimento, sem dúvida, o alvorecer da Idade Moderna.

Renascimento Literário


A invenção da imprensa, em 1450, pelo alemão Johannes Gutenberg, foi responsável pela impressão da Bíblia e, daí por diante, surgiram muitos livros, facilitando o contato dos leitores com a cultura.
Itália - Dante Alighieri (1265-1321): Participou da vida política da cidade de Florença, mas por motivos políticos foi exilado. Escreveu Divina comédia.
Itália - Nicolau Maquiavel (1469-1527): Sua grande obra é O Príncipe; nela ele expõe sua doutrina política.
França - Michel Montaigne (1533-1592): sua principal obra é Ensaios. Nela, ele comenta e analisa o comportamento, as reações do homem e os problemas do seu tempo.
Inglaterra - Thomas Morus (1478-1535): sua obra-prima é Utopia. É um romance político e social, no qual ele aconselha os homens a seguirem o Estado. O Estado é o bem comum e dele virá proteção e segurança para todos.
Inglaterra - William Shakespeare (1564-1616): teatrólogo e poeta inglês, autor de mais de 40 peças, 154 sonetos e 2 poemas. Dentre as peças, destacamos: Romeu e Julieta, O mercador de Veneza, Sonhos de uma noite de verão, Macbeth, Rei Lear.
Espanha - Miguel de Cervantes (1547-1616): sua obra-prima é Dom Quixote de La Mancha. Ela narra as desventuras de um cavaleiro arruinado, Dom Quixote, representando o sonho e a aventura, e Sancho Pança, seu fiel escudeiro, na sua simplicidade de homem do campo.
Portugal - Luís de Camões (1524-1580): sua grande obra é Os Lusíadas, publicada em 1572, dedicada ao rei Dom Sebastião.
Holanda - Erasmo de Roterdã (1466-1536): sua principal obra é Elogio da loucura. Nessa obra ele satiriza a Igreja e a sociedade de sua época. É considerado o pai do humanismo moderno.

Renascimento Artístico


A principal característica da pintura renascentista é a libertação. Os homens do Renascimento se sentiam o centro do Universo, expondo sua própria personalidade ao mundo que os circundava, procurando leis de equilíbrio e de harmonia para imitá-la na vida e na arte.
Itália - Brunelleschi (1377-1446): escultor e arquiteto italiano. Foi ele quem descobriu as leis da perspectiva central, sendo esse um dos fatores que ajudou no desenvolvimento da arte italiana renascentista.
Itália - Leonardo da Vinci (1452-1519): foi um famoso pintor, escultor, arquiteto, matemático, cientista, músico e inventor. Suas obras mais famosas são Santa Ceia e Gioconda ou Mona Lisa.
Itália - Michelangelo Buonarroti (1475-1564): pintor, escultor, arquiteto e poeta italiano. A sua grandeza como pintor se faz presente na pintura da Capela Sistina, contando a história do Gênesis e em torno do Juízo Final, obra máxima da arte religiosa no Renascimento. Como escultor, o destaque fica para as suas estátuas Pietá, David e Moisés.
Itália - Donatello, nascido Donato di Betto Bardi (1386-1466): escultor italiano, considerado o iniciador do realismo na escultura com inúmeros trabalhos.
Bélgica - Rubens, nascido Peter Paul Rubens (1577): o maior dos pintores flamengos. Principais telas: Rapto das filhas de Leucipo, Rapto de Europa, Coração de Maria de Médicis e outras.

Renascimento científico


Polônia - Nicolau Copérnico (1473-1543): seu trabalho girou em torno da revolução da órbita celeste. Ele contestava que a Terra fosse o centro do Universo e dava a ideia da teoria heliocêntrica.
Inglaterra - Isaac Newton (1642-1727): descobriu as leis da gravitação universal.
Itália - Galileu Galilei (1564-1642): foi um grande pesquisador nas áreas de matemática, física, astronomia. Estudou a aceleração nas quedas dos corpos e anunciou o princípio da inércia.
França - René Descartes (1595-1650): chamado o pai do racionalismo, criou a geometria analítica e fez descobertas na física, escrevendo o tratado sobre a luz.
Alemanha - Johannes Kepler (1571-1630): estudou as leis dos movimentos dos planetas e conseguiu apresentar teorias sobre o planeta Marte.




Renascimento

Renascimento







Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação

Santa Catarina - História e Geografia

Paraná - História e Geografia

Mato Grosso do Sul - História e Geografia

São Paulo - História e Geografia

Mário de Andrade - Macunaíma

Adolf Hitler - Mein Kampf

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis - Esaú e Jacó

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?

Augusto dos Anjos - Vandalismo

Os símbolos do estado e do município (SP)

Developer - Treinamento, Manuais, Tutoriais

TOTVS - Datasul - Progress - EMS2

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

60. Primavera Árabe






60. Primavera Árabe



A Primavera Árabe como é conhecida internacionalmente é uma onda revolucionária de manifestações e protestos que vêm ocorrendo no Oriente Médio e no Norte da África desde 18 de dezembro de 2010. Até a data, tem havido revoluções na Tunísia e no Egito, uma guerra civil na Líbia e na Síria; também houve grandes protestos na Argélia, Bahrein, Djibuti, Iraque, Jordânia, Omã e Iémen e protestos menores no Kuwait, Líbano, Mauritânia, Marrocos, Arábia Saudita, Sudão e Saara Ocidental. Os protestos têm compartilhado técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas envolvendo greves, manifestações, passeatas e comícios, bem como o uso das mídias sociais, como Facebook, Twitter e Youtube, para organizar, comunicar e sensibilizar a população e a comunidade internacional em face de tentativas de repressão e censura na Internet por partes dos Estados.
As redes sociais desempenharam um papel considerável nos recentes movimentos contra a ditadura nos países árabes e não teria sido a mesma sem os recursos proporcionados pela internet.
Em dezembro de 2010 um jovem tunisiano, Mohamed Bouazizi, ateou fogo ao próprio corpo como forma de manifestação contra as condições de vida no país que morava. Ele não sabia, mas o ato desesperado, que terminou com a própria vida, daria consequência ao que, mais tarde, viria a ser chamado de Primavera Árabe. Protestos se espalharam pela Tunísia, levando o presidente Zine el-Abdine Ben Ali a fugir para a Arábia Saudita apenas dez dias depois. Ben Ali estava no poder desde novembro de 1987.
Até a data, as manifestações resultaram na derrubada de três chefes de Estado: o presidente da Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali, fugiu para a Arábia Saudita em 14 de janeiro, na sequência dos protestos da Revolução de Jasmim; no Egito, o presidente Hosni Mubarak renunciou em 11 de Fevereiro de 2011, após 18 dias de protestos em massa, terminando seu mandato de 30 anos; e na Líbia, o presidente Muammar al-Gaddafi, morto em tiroteio após ser capturado no dia 20 de outubro e torturado por rebeldes, arrastado por uma carreta em público, morrendo com um tiro na cabeça. Durante este período de instabilidade regional, vários líderes anunciaram sua intenção de renunciar: o presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, anunciou que não iria tentar se reeleger em 2013, terminando seu mandato de 35 anos. O presidente do Sudão, Omar al-Bashir também anunciou que não iria tentar a reeleição em 2015, assim como o premiê iraquiano, Nouri al-Maliki, cujo mandato termina em 2014, embora tenha havido manifestações cada vez mais violentas exigindo a sua demissão imediata. Protestos na Jordânia também causaram a renúncia do governo, resultando na indicação do ex-primeiro-ministro e embaixador de Israel, Marouf Bakhit, como novo primeiro-ministro pelo rei Abdullah.




Primavera Árabe

Primavera Árabe











Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação

Santa Catarina - História e Geografia

Paraná - História e Geografia

Mato Grosso do Sul - História e Geografia

São Paulo - História e Geografia

Mário de Andrade - Macunaíma

Adolf Hitler - Mein Kampf

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis - Esaú e Jacó

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?

Augusto dos Anjos - Vandalismo

Os símbolos do estado e do município (SP)

Developer - Treinamento, Manuais, Tutoriais

TOTVS - Datasul - Progress - EMS2

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

12. Civilização Romana (Império Romano)






12. Civilização Romana (Império Romano)



A civilização Romana surgiu de uma pequena comunidade agrícola fundada na península Itálica no século X a.C., ao qual era localizada ao longo do mar Mediterrâneo e centrada na cidade de Roma, que conforme a versão lendária, a cidade foi fundada por Rómulo e Remo em 753 a.C.
A civilização Romana iniciou-se como uma monarquia desde sua fundação até o ano de 509 a.C., quando o último rei de Roma Tarquínio, o Soberbo foi assassinado e iniciado a Republica Romana. Durante esse período, que segundo Virgílio (Eneida) e Tito Lívio (História de Roma) houve sete reis aos quais acumulavam os poderes executivo, judicial e religioso e eram auxiliados pelo senado que detinha o poder legislativo e de veto, decidindo aprovar, ou não, as leis criadas pelo rei.
Já a República Romana é a expressão usada por convenção para definir o Estado romano e suas províncias desde o fim do Reino de Roma em 509 a.C. ao estabelecimento do Império Romano em 27 a.C.. Durante o período republicano, Roma transformou-se de simples cidade-estado num grande império.
Durante esses quase 400 anos de republica surgiram às primeiras grandes obras como o Circo Máximo, o primeiro aqueduto, que distribuía água para toda a cidade, e a Via Ápia, uma grande estrada que permitia a movimentação de tropas pelos territórios romanos. Foi também durante esse período que iniciaram as conquistas romanas com a dominação das cidades gregas do sul da península Itálica. E depois do maior inimigo de Roma, a cidade de Cartago em 149 a.C., e posteriormente conquistaram a Grécia em 133 a.C., assumindo o controle total do mar Mediterrâneo.
Porém a República Romana entrou em crise no século I a.C., quando o senado romano passou a ter seu poder desafiado pelo poderio militar de alguns generais, ocorrendo uma série de acontecimentos que culminou no primeiro triunvirato, um acordo secreto entre Júlio César, Pompeu, dois dos principais generais de Roma, e Crasso, um rico comerciante. Os três passaram a chefiar o governo até a derrota e morte de Crasso em uma batalha e início de uma guerra entre os dois generais resultando na vitória de César que se declarou ditador em 49 a.C. Após dois anos César invadiu o Egito e proclamou Cleópatra como rainha, mas foi assassinado por um complô do senado, liderado por seu sobrinho e filho adotivo Bruto em 44 a.C.
Por esta altura a república tinha sido decisivamente abalada e surge o segundo triunvirato, entre Otaviano (sobrinho de Júlio César), Marco António e Lépido. Os três caçam todos os conspiradores da morte de César e dividem o território romano em três partes, mas a parte correspondente a Lépido foi logo anexada por Otaviano e logo ele derrota também Marco Antônio tornando-se efetivamente o primeiro imperador romano e recebendo o título de Augusto – “consagrado” ou “Santo” - em 27 a.C., data usada pelos historiadores como início do Império Romano.
O primeiro Imperador Romano foi Otaviano conhecido como Augusto (27 a.C. – 14 d.C.), seguidos por Tibério (14 – 37), Calígula (37 – 41), Cláudio (41 – 54) e Nero(54 – 68), que são conhecidos como a Dinastia Julio-Claudiana. É durante esse período que nasceu e morreu Jesus Cristo e houve o incêndio de Roma durante o governo de Nero.
Após o suicídio de Nero inicia a dinastia Flaviana com Tito Flávio Sabino Vespasiano (69 - 79), seguido por Tito Flávio Vespasiano Augusto (79 – 81) e Tito Flávio Domiciano (81 - 96). Foi durante esse período que foi construído o coliseu de Roma (70 – 90) e o imperador Tito destruiu Jerusalém iniciando a segunda diáspora judaica em 70 d.C.
Após o assassinado de Domiciano, Roma encontra-se bastante céptica quanto à validade do modelo dinástico e a sucessão imperial evoluiu para o conceito do mais apto. Esta mudança deu origem ao período dos cinco bons imperadores: Nerva (96 – 98), Trajano (98 – 117), Adriano (117 – 138), Antonino Pio (138 – 161) e Marco Aurélio (161 – 180). Nesse período Roma desfrutou de relativa paz e prosperidade política, militar e econômica, tendo, então, atingido seu auge. Mas esse período foi interrompido quando Marco Aurélio indicou não o homem mais apto para substituí-lo no cargo após sua morte e sim o seu filho, Cómodo (161 – 192) que foi responsável pelo início das instabilidades políticas que abalaram o Império Romano.
Após a morte de Cómodo inicia a crise do século terceiro entre (193-285), ao qual o império teve 28 imperadores e apenas 2 faleceram por causas naturais, sendo esse período marcado também pelo início das invasões dos povos bárbaros que habitavam as zonas fronteiriças do império. Essa crise só termina com a chegada de Diocleciano em 285 que enfim pôs ordem no império dividindo em duas partes: oriental e ocidental.
O tempo de prosperidade dura pouco e em 410 Roma é saqueada pelos visigodos, e em 452 os hunos, liderados por Átila, invadem a península itálica, mas não chegaram a Roma. Em 455 os vândalos saqueiam Roma e em 476 o império Romano do ocidente cai, quando Rômulo Augusto é derrubado do poder pelos bárbaros germânicos. Entretanto o Império Romano do Oriente, com sua capital em Constantinopla, continuou a existir por quase mil anos, até 1453. A queda de Roma em 476 é o marco para o início da Idade Média.

Cronologia da Roma Antiga


  • 753 a.C. – Fundação da Cidade de Roma.
  • 509 a.C. – Fim da Monarquia Romana e início da República.
  • 326 a.C. – Grandes obras como o Circo Máximo e a Via Ápia.
  • 275 a.C. – Início do período de conquistas.
  • 149 a.C. – Controle total do Mediterrâneo por Roma.
  • 59 a.C. – Primeiro Triunvirato.
  • 49 a.C. – César se declara ditador.
  • 44 a.C. – Assassinato de Júlio César.
  • 43 a.C. – Segundo Triunvirato.
  • 31 a.C. – Otaviano é eleito sucessor de Júlio César.
  • 27 a.C. – Inicio do Império Romano.
  • 27 a.C. – Inicio da Dinastia Julio-Claudiana.
  • 69 d.C. – Inicio da Dinastia Flaviana.
  • 70 d.C. – Destruição de Jerusalém.
  • 96 d.C. – Início do período dos cinco bons imperadores.
  • 180 d.C. – Marco Aurélio indica seu filho Cómodo ao poder.
  • 193 d.C. – Início da crise do século terceiro.
  • 285 d.C. – Divisão do império em duas partes: Oriental e ocidental.
  • 410 d.C. – Roma é saqueada pelos visigodos.
  • 476 d.C. – Queda de Roma e início da Idade Média.




Civilizacao Romana

Civilizacao Romana






Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação

Santa Catarina - História e Geografia

Paraná - História e Geografia

Mato Grosso do Sul - História e Geografia

São Paulo - História e Geografia

Mário de Andrade - Macunaíma

Adolf Hitler - Mein Kampf

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis - Esaú e Jacó

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?

Augusto dos Anjos - Vandalismo

Os símbolos do estado e do município (SP)

Developer - Treinamento, Manuais, Tutoriais

TOTVS - Datasul - Progress - EMS2

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

47. Nazismo



47. Nazismo




Nazismo é a ideologia praticada pelo Partido Nazista da Alemanha, formulada por Adolf Hitler e adotada pelo governo da Alemanha de 1933 a 1945. Esse período ficou conhecido como Alemanha Nazista. O nazismo é frequentemente considerado por estudiosos como uma derivação do fascismo. Mesmo incorporando elementos comuns tanto da direita política quanto da esquerda política, o nazismo é considerado de extrema direita. Os nazistas foram um dos vários grupos históricos que utilizaram o termo nacional-socialismo para descrever a si mesmos e, na década de 1920, tornaram-se o maior grupo da Alemanha. Os ideais do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães são expressos no seu Programa de 25 Pontos, proclamado em 1920. Entre os elementos-chave do nazismo, há o pangermanismo, o racismo, o antissemitismo, o anticomunismo, o totalitarismo e a oposição ao liberalismo econômico e político.
Na década de 1930, o nazismo não era um movimento monolítico, mas sim uma combinação de várias ideologias e filosofias centradas principalmente no nacionalismo, no anticomunismo e no tradicionalismo. Alguns grupos faziam inicialmente parte do movimento nazista. Uma de suas motivações foi a insatisfação com o Tratado de Versalhes, que era entendido como uma conspiração judaica-comunista para humilhar a Alemanha no final da Primeira Guerra Mundial. Os males da Alemanha pós-guerra foram críticos para a formação da ideologia. O Partido Nazista chegou ao poder na Alemanha em 1933.
Em resposta à instabilidade criada pela Grande Depressão, os nazistas procuraram um terceiro modo de gerenciar a economia do seu país, sem que este tivesse ideais comunistas ou capitalistas. O governo nazista efetivamente acabou em 7 de maio de 1945, quando os nazistas incondicionalmente renderam-se às potências aliadas, que tomaram a administração da Alemanha até que o país formasse o seu próprio governo democrático.
É o Nazismo liderado por Adolf Hitler o responsável pelo Holocausto que foi o genocídio de seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial, através de um programa sistemático de extermínio étnico patrocinado pelo Estado nazista.
Dos nove milhões de judeus que residiam na Europa antes do Holocausto, cerca de dois terços foram mortos. Uma rede de mais de 40 mil instalações na Alemanha e nos territórios ocupados pelos nazistas foi utilizada para concentrar, manter, explorar e matar judeus e outras vítimas.
A perseguição e o genocídio foram realizados em etapas. Várias leis para excluir os judeus da sociedade civil foram decretadas na Alemanha antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial. Campos de concentração foram criados para trabalhos forçados e os alemães transportavam os judeus para campos de extermínio, onde eram sistematicamente mortos em câmaras de gás.




Nazismo







Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação

Santa Catarina - História e Geografia

Paraná - História e Geografia

Mato Grosso do Sul - História e Geografia

São Paulo - História e Geografia

Mário de Andrade - Macunaíma

Adolf Hitler - Mein Kampf

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis - Esaú e Jacó

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?

Augusto dos Anjos - Vandalismo

Os símbolos do estado e do município (SP)

Developer - Treinamento, Manuais, Tutoriais

TOTVS - Datasul - Progress - EMS2

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

46. Fascismo






46. Fascismo



Fascismo é uma forma de radicalismo político autoritário nacionalista que ganhou destaque no início do século XX na Europa. Os fascistas procuravam unificar sua nação através de um Estado totalitário que promove a mobilização em massa da comunidade nacional, confiando em um partido de vanguarda para iniciar uma revolução e organizar a nação em princípios fascistas. Hostil à democracia liberal, ao socialismo e ao comunismo, os movimentos fascistas compartilham certas características comuns, incluindo a veneração ao Estado, a devoção a um líder forte e uma ênfase em ultranacionalismo, etnocentrismo e militarismo. O fascismo vê a violência política, a guerra, e o imperialismo como meios para alcançar o rejuvenescimento nacional e afirma que as nações e raças consideradas superiores devem obter espaço deslocando aquelas consideradas fracas ou inferiores, como no caso da prática fascista modelada pelo nazismo.
O fascismo tomou emprestado teorias e terminologias do socialismo, mas aplicou-as sob o ponto de vista que o conflito entre as nações e raças fosse mais significativo, do que o conflito de classes e teve foco em acabar com as divisões de classes dentro da nação. Defendeu uma economia mista, com o objetivo principal de conseguir autarquia para garantir a auto suficiência, e a independência nacional através de protecionismo e políticas econômicas que intercalam intervencionismo e privatização. O fascismo sustenta o que é, às vezes, chamado de terceira posição entre o capitalismo e o socialismo marxista.
Influenciados pelo sindicalismo nacional, os primeiros movimentos fascistas surgiram na Itália, cerca da Primeira Guerra Mundial, combinando elementos da política de esquerda com mais tipicamente a política de direita, em oposição ao socialismo, ao comunismo, a democracia liberal e, em alguns casos, o conservadorismo de direita tradicional.
A aparição do fascismo como uma força dominante é um fenômeno de apenas alguns anos que pode ser datado precisamente, ele começou em 1922 com a emergência do Partido Nacional Fascista italiano liderado por Mussolini e terminou em 1945 com a derrota e morte de Mussolini e Hitler. Além da Itália e Alemanha, registraram-se movimentos fascistas de destaque na Áustria, Bélgica, Grã-Bretanha, Finlândia, Hungria, Romênia, Espanha bem como na África do Sul e Brasil.




Fascismo








Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação

Santa Catarina - História e Geografia

Paraná - História e Geografia

Mato Grosso do Sul - História e Geografia

São Paulo - História e Geografia

Mário de Andrade - Macunaíma

Adolf Hitler - Mein Kampf

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis - Esaú e Jacó

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?

Augusto dos Anjos - Vandalismo

Os símbolos do estado e do município (SP)

domingo, 10 de janeiro de 2016

45. Socialismo x Capitalismo





45. Socialismo x Capitalismo



O socialismo moderno se originou no século XVIII em movimentos políticos intelectuais e da classe trabalhadora, criticando os efeitos da industrialização e da propriedade privada na sociedade. Os primeiros socialistas previram um mundo melhor, através da mobilização de tecnologia e combinando-a com uma melhor organização social. O Socialismo surge como antagonista do Capitalismo, o sistema vigente na época das potencias europeias.
No século XIX surge o socialismo científico, cujos teóricos propunham compreender a realidade e transformá-la mediante a análise dos mecanismos econômicos e sociais do capitalismo, constituindo, assim, uma proposta revolucionária do proletariado.
O maior teórico dessa corrente foi o filósofo e economista alemão Karl Marx, autor do Manifesto Comunista em 1848, esboça as proposições do socialismo científico, que seriam definidas de forma completa em O Capital, obra mais conhecida de Marx, que causaria uma verdadeira revolução na economia e nas ciências sociais. Entre os princípios expostos na obra, destacam-se uma interpretação sócio econômica da história, conhecida como materialismo histórico, os conceitos de luta de classes, de mais-valia e de revolução socialista.
Vladimir Lenin, com base em ideias de Karl Marx, definiu o socialismo como uma fase de transição entre o capitalismo e o comunismo e é o primeiro a colocar em prática um sistema socialista no mundo após a Revolução Russa de 1917. A partir de então o mundo se dividiria em dois sistemas sócio políticos: Capitalismo x Socialismo.
Estes dois sistemas apresentam muitas diferenças, porque são contrários. Enquanto no capitalismo o governo intervém pouco na economia, no socialismo há uma grande intervenção do governo. O capitalismo favorece quem tem dinheiro, e dá liberdade para criação de empresas por parte dos indivíduos, mas cria classes sociais muito distintas e consequentes desigualdades sociais. O socialismo tem como visão o bem comum de todos os indivíduos da sociedade, sendo que o governo providencia o que é necessário para os cidadãos. Uma desvantagem desse sistema é que é difícil estabelecer negócios quando tudo é controlado e limitado pelo governo.
O auge do antagonismo entre Capitalismo x Socialismo surge após a segunda guerra mundial com o ascensão de duas potencias: EUA que era capitalista e da União Soviética que era Socialista. Esse conflito entre sistemas de governo e potencias militares, chamado de Guerra Fria, duraria até a queda da União soviética na década de 90 com a vitória dos Estados Unidos e do capitalismo, o que explica a predominância desse sistema político nos dias de hoje.




Socialismo x Capitalismo












Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação

Santa Catarina - História e Geografia

Paraná - História e Geografia

Mato Grosso do Sul - História e Geografia

São Paulo - História e Geografia

Mário de Andrade - Macunaíma

Adolf Hitler - Mein Kampf

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis - Esaú e Jacó

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?

Augusto dos Anjos - Vandalismo

Os símbolos do estado e do município (SP)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

44. Modernismo





44. Modernismo



O Modernismo é um conjunto de movimentos culturais, escolas e estilos que permearam as artes e o design da primeira metade do século XX. O movimento modernista baseou-se na ideia de que as formas tradicionais das artes plásticas, literatura, design, organização social e da vida cotidiana tornaram-se ultrapassadas, e que se fazia fundamental deixá-las de lado e criar no lugar uma nova cultura. Em essência, o movimento moderno argumentava que as novas realidades do século XX eram permanentes e eminentes, e que as pessoas deveriam se adaptar a suas visões de mundo a fim de aceitar que o que era novo era também bom e belo.
A marca das mudanças que ocorriam pode ser encontrada na forma como tantas ciências e artes são descritas em suas formas anteriores ao século XX pelo rótulo "clássico", incluindo a física clássica, a economia clássica e o ballet clássico.
No Brasil, os principais artifícios do movimento modernista não se opunham à toda realização artística anterior a deles. A grande batalha se colocava contra ao passadismo, ou seja, tudo aquilo que impedisse a criação livre. Pode-se, assim, dizer que a proposta modernista era de uma ruptura estética quase completa com o engrossamento da arte encontrado nas escolas anteriores e de uma ampliação dos horizontes dessa arte antes delimitada pelos padrões académicos. Em paralelo à ruptura, não se pode negar o desejo dos escritores em conhecer e explorar o passado como fonte de criação, não como norma para se criar.
O advento do modernismo ocorreu entre 1890 e 1910, em princípio, o movimento pode ser descrito genericamente como uma rejeição da tradição e uma tendência a encarar problemas sob uma nova perspectiva baseada em ideias e técnicas atuais. Na literatura, o movimento simbolista teria uma grande influência no desenvolvimento do Modernismo, devido ao seu foco na sensação. Filosoficamente, a quebra com a tradição por Nietzsche e Freud provê um embasamento chave do movimento que estaria por vir: começar de novo princípios primários, abandonando as definições e sistemas prévios.
Nos primeiros quinze anos do século XX, uma série de escritores, pensadores e artistas fizeram a ruptura com os meios tradicionais de se organizar a literatura, a pintura, a música - novamente, em paralelo às mudanças nos métodos organizacionais de outros campos. O argumento era o de que se a natureza da realidade mesma estava em questão, e as suas restrições, as atividades humanas até então comuns estavam mudando, então a arte também deveria mudar.
Alguns marcos são as músicas de Arnold Schoenberg e o advento do Cubismo através do trabalho de Picasso e Georges Braque em 1908, além do Expressionismo inspirado em Van Gogh e do Futurismo.
No Brasil a semana de Arte Moderna, realizada em São Paulo, em 1922 foi o ponto de partida do modernismo no Brasil. Participaram da Semana nomes consagrados como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Anita Malfatti, Heitor Villa-Lobos, Tácito de Almeida, Di Cavalcanti entre outros. Na ocasião da Semana de Arte Moderna, Tarsila do Amaral, considerada um dos grandes pilares do modernismo brasileiro, se achava em Paris e, por esse motivo, não participou do evento.




Modernismo









Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação

Santa Catarina

Paraná

Mato Grosso do Sul

São Paulo

Mário de Andrade - Macunaíma

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

43. Grande Depressão de 1929








43. Grande Depressão de 1929



Com o fim da Primeira Guerra Mundial, os países europeus encontravam-se devastados, com a economia enfraquecida e com forte retração de consumo, que abalou a economia mundial. Os Estados Unidos por sua vez, lucraram com a exportação de alimentos e produtos industrializados aos países aliados no período pós-guerra. Como resultado disso, entre 1918 e 1928 a produção norte-americana cresceu e a prosperidade econômica gerou o modo de vida americano. Porém, a economia europeia posteriormente se restabeleceu e passou a importar cada vez menos dos Estados Unidos. Com a retração do consumo na Europa, as indústrias norte-americanas não tinham mais para quem vender. Havia mais mercadorias que consumidores e consequentemente os preços caíram, a produção diminuiu e logo o desemprego aumentou. A queda dos lucros, a retração geral da produção industrial e a paralisação do comércio resultou na queda das ações da bolsa de valores e mais tarde na quebra da bolsa em 1929 e que persistiu ao longo da década de 1930, terminando apenas com a Segunda Guerra Mundial.
A Grande Depressão é considerada o pior e o mais longo período de recessão econômica do século XX. Este período de depressão econômica causou altas taxas de desemprego, quedas drásticas do produto interno bruto de diversos países, bem como quedas drásticas na produção industrial, preços de ações, e em praticamente todo medidor de atividade econômica, em diversos países no mundo.
O dia 24 de outubro de 1929 é considerado popularmente o início da Grande Depressão, quando valores de ações na bolsa de valores de Nova Iorque caíram drasticamente. Assim, milhares de acionistas perderam grandes somas em dinheiro. Essa quebra na bolsa de valores de Nova Iorque piorou drasticamente os efeitos da recessão já existente, causando grande deflação e queda nas taxas de venda de produtos, que por sua vez obrigaram o fechamento de inúmeras empresas comerciais e industriais, elevando assim drasticamente as taxas de desemprego. Os efeitos da Grande Depressão foram sentidos no mundo inteiro. Os efeitos negativos da Grande Depressão atingiram seu ápice nos Estados Unidos em 1933. Neste ano, o Presidente americano Franklin Delano Roosevelt aprovou uma série de medidas conhecidas como New Deal.
O New Deal, juntamente com programas de ajuda social realizados por todos os estados americanos, ajudou a minimizar os efeitos da Depressão a partir de 1933. A maioria dos países atingidos pela Grande Depressão passaram a recuperar-se economicamente a partir de então. Em alguns países, a Grande Depressão foi um dos fatores primários que ajudaram a ascensão de regimes como os nazismo na Alemanha.
A crise de 1929 afetou também o Brasil. Os Estados Unidos eram o maior comprador do café brasileiro. Com a crise, a importação deste produto diminuiu muito e os preços do café brasileiro caíram. Para que não houvesse uma desvalorização excessiva, o governo brasileiro comprou e queimou toneladas de café. Desta forma, diminuiu a oferta, conseguindo manter o preço do principal produto brasileiro da época. Por outro lado, este fato trouxe algo positivo para a economia brasileira. Com a crise do café, muitos cafeicultores começaram a investir no setor industrial, desenvolvendo a indústria brasileira.




Grande Depressão






Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação

Santa Catarina

Paraná

Mato Grosso do Sul

São Paulo

Mário de Andrade - Macunaíma

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

42. Revolução Russa




42. Revolução Russa



Até 1917 o Império Russo foi uma monarquia absolutista. A monarquia era sustentada principalmente pela nobreza rural, dona da maioria das terras cultiváveis. Pouco antes da Primeira Guerra Mundial, a Rússia tinha a maior população da Europa, com cerca de 171 milhões de habitantes em 1904. Defrontava-se também com o maior problema social do continente: a extrema pobreza da população em geral. Enquanto isso, as ideologias liberais e socialistas penetravam no país, desenvolvendo uma consciência de revolta contra os nobres.
Com o desenvolvimento da industrialização e o maior relacionamento com a Europa Ocidental, a Rússia recebeu do exterior novas correntes políticas que chocavam com o antiquado absolutismo do governo russo. Entre elas destacou-se a corrente inspirada no marxismo, que deu origem ao Partido Operário Social Democrata Russo. Em 1903, divergências quanto à forma de ação levaram os membros do partido POSDR a se dividir em dois grupos básicos: Mencheviques e Bolcheviques.
Nesse contexto que inicia os conflitos em 1917 com objetivo de derrubar a autocracia russa e levar ao poder o Partido Bolchevique, de Vladimir Lênin. A primeira fase da Revolução, também conhecida como a Revolução de Fevereiro derrubou a autocracia do Czar Nicolau II, o último Czar a governar, e procurou estabelecer em seu lugar uma república de cunho liberal.
Na segunda fase conhecida como a Revolução de Outubro, na qual o Partido Bolchevique, derrubou o governo provisório e impôs o governo socialista soviético e seguindo com mais 4 anos de guerra civil até 1921.
Terminada a guerra civil, em dezembro de 1922, foi organizado um congresso geral de todos os sovietes, ocorrendo a fundação da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Sendo Lênin, o fundador do primeiro Estado socialista, morreu em janeiro de 1924 dando início, então, uma grande luta interna pela disputa do poder soviético sendo Stalin vitorioso. A partir de dezembro de 1929, Stalin converteu-se no ditador absoluto da União Soviética. Durante o período stalinista (1924 - 1953) calcula-se que o terror político soviético foi responsável pela prisão de mais de cinco milhões de cidadãos e pela morte de mais de 23 milhões de pessoas.
Houve êxito na reconstrução do país e na elevação do nível econômico e cultural da população soviética tornando a URSS, juntamente com os Estados Unidos, após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) uma das superpotências mundiais.
Com a vitória dos aliados, a União Soviética, o principal oponente da Alemanha na Europa passou a dispor de enorme prestígio internacional. O governo de Stalin terminou com sua morte no ano de 1953. A União Soviética foi o primeiro país socialista do mundo, que durou até 1991.




Revolução Russa






Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação