quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

40. Republica Brasileira




40. Republica Brasileira



Em 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca decretou o fim do período imperial em um golpe militar de Estado sem apoio popular, iniciando um período republicano ditatorial, destituindo o último imperador brasileiro, D. Pedro II, que teve de partir em exílio para a Europa. O nome do país mudou de Império do Brasil para Estados Unidos do Brasil. A primeira constituição da República do Brasil foi feita dia 15 de novembro de 1890. Após 4 anos de ditadura com um caos e várias mortes de federalistas, negros lutando por seus direitos, entre outros, iniciou-se a era civil da República Velha, com a chamada República Oligárquica.
O período foi marcado por inúmeros conflitos, de naturezas distintas como por exemplo a Revolução Acreana, que foi o processo político-social que levou à incorporação do território do atual estado do Acre ao Brasil em 1903. Este 1º período republicano foi marcado por graves crises econômicas que contribuíram para acirrar ainda mais a instabilidade geral. No âmbito político-social, por exemplo, entre 1891 e 1927 ocorreram várias revoltas e conflitos no país como a Guerra do Contestado. Também neste período, ocorreu o auge do cangaço, tendo sido seu expoente na figura popularmente conhecido como Lampião.
Embora todos esses eventos tenham sido controlados pelo governo central e a maioria fosse de caráter localizado, o acúmulo dessas tensões sociais e econômicas foi pouco a pouco minando o regime, o que somado aos efeitos causados pelas crises da depressão de 1929 e das eleições federais de 1930, acabaram levando ao movimento de 1930 que pôs um fim a este primeiro período da república no Brasil.
Entre 1889 e 1930, o governo foi oficialmente uma democracia constitucional e, a partir de 1894, a presidência alternou entre os estados dominantes da época São Paulo e Minas Gerais. Como os paulistas eram grandes produtores de café, e os mineiros estavam voltados à produção leiteira, a situação política do período ficou conhecida como Política do Café-com-Leite.
Esse equilíbrio de poder entre os estados, foi uma política criada pelo presidente Campos Sales, chamada de Política dos Estados ou Política dos governadores. A República Velha terminou em 1930, com a Revolução de 1930, liderada por Getúlio Vargas, um civil, instituindo-o "Governo Provisório", até que novas eleições fossem convocadas. A República brasileira início em 1889 e vai até os dias atuais, mais essa fase entre 1889 a1930 é conhecida como Primeira República.
Os presidentes do período entre 1889 a 1930 foram:

  • 1889 - Marechal Manuel Deodoro da Fonseca. Chefe do Governo Provisório e depois presidente eleito pela Assembleia constituinte.
  • 1891 - Marechal Floriano Vieira Peixoto, assumiu com a renúncia de Deodoro.
  • 1894 - Prudente José de Morais e Barros
  • 1898 - Manuel Ferraz de Campos Sales
  • 1902 - Francisco de Paula Rodrigues Alves
  • 1906 - Afonso Augusto Moreira Pena que morreu durante o mandato
  • 1909 - Nilo Procópio Peçanha, que era vice de Afonso Pena, assumiu em seu lugar
  • 1910 - Marechal Hermes da Fonseca
  • 1914 - Venceslau Brás Pereira Gomes
  • 1918 - Francisco de Paula Rodrigues Alves, eleito, morreu de gripe espanhola, sem ter assumido o cargo
  • 1918 - Delfim Moreira da Costa Ribeiro, vice de Rodrigues Alves, assumiu em seu lugar.
  • 1919 - Epitácio da Silva Pessoa
  • 1922 - Artur da Silva Bernardes
  • 1926 - Washington Luís, deposto pela revolução de 1930.
  • 1930 - Júlio Prestes de Albuquerque, eleito presidente em 1930, não tomou posse, impedido pela Revolução de 1930.
  • 1930 - Junta Militar Provisória: General Augusto Tasso Fragoso, General João de Deus Mena Barreto, Almirante Isaías de Noronha.









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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

39. Revolução Chinesa









39. Revolução Chinesa



Primeira Revolução Chinesa ou Revolução Xinhai ocorreu em 1911 com a queda da Dinastia Qing e o estabelecimento da República da China. A Revolução Chinesa foi motivada pela raiva da corrupção no governo Qing, pela frustração com a incapacidade do governo para restringir as intervenções das potências estrangeiras, e pelo ressentimento da maioria étnica chinesa Han ser dominada por uma minoria étnica Manchu.
A revolução não resulta imediatamente em uma forma republicana de governo, e sim no estabelecimento de um governo central provisório fraco sobre um país que se manteve politicamente fragmentado. A monarquia foi brevemente restaurada e abolida duas vezes, e houve um período de regime militar. Embora a revolução, celebrada em 12 de fevereiro de 1912, quando a República da China formalmente substituiu a dinastia Qing, o conflito interno persistiu com geras civis até a criação oficial da República Popular da China em 1 de Outubro de 1949. A Revolução Chinesa foi a primeira tentativa para estabelecer uma república na China, que conseguiu com sucesso derrubar o governo anterior.
A República Popular da China também conhecida simplesmente como China, é o maior país da Ásia Oriental e o mais populoso do mundo, com mais de 1,3 bilhão de habitantes. É uma república socialista, governada pelo Partido Comunista da China sob um sistema unipartidário e que tem jurisdição sobre vinte e duas províncias, cinco regiões autônomas como por exemplo o Tibete e duas Regiões Administrativas Especiais com grande autonomia: Hong Kong e Macau. A capital da China é Pequim.
A República Popular da China, ao lado do Vietnã, do Laos e de Cuba, é um dos quatro Estados restantes que se declaram socialistas no mundo. A economia da República Popular da China é a segunda maior do mundo. E com mais de 2,3 milhões de soldados ativos, o Exército de Libertação Popular (ELP), é a maior força militar do mundo, em termos de número de tropas, e possui o segundo maior orçamento de defesa do mundo, atrás apenas dos EUA.
Outra peculiaridade da China é o famoso Urso Panda, um animal endêmico da China extremamente dócil e tímido, com um focinho curto lembrando um urso de pelúcia e com pelagem preta e branca torna um dos animais mais queridos pela humanidade.




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terça-feira, 3 de novembro de 2015

38. Belle Époque









38. Belle Époque



A Belle Époque foi um período na história da Europa que começou no fim do século XIX e durou até a eclosão da Primeira Guerra Mundial em 1914. A expressão também designa o clima intelectual e artístico do período em questão. Foi uma época marcada por profundas transformações culturais que se traduziram em novos modos de pensar e viver o quotidiano.
Foi considerada uma era de ouro da beleza, inovação e paz entre os países europeus. Novas invenções tornavam a vida mais fácil em todos os níveis sociais, e a cena cultural estava em efervescência: cabaré e o cinema haviam nascido, e a arte tomava novas formas com o Impressionismo e a Arte Nouveau.
Inovações tecnológicas como o telefone, o telégrafo sem fio, o cinema, a bicicleta, o automóvel, o avião, inspiravam novas percepções da realidade. Com seus cafés-concertos, balés, óperas, livrarias, teatros e alta costura. Paris, a Cidade Luz, era considerada o centro produtor e exportador da cultura mundial.
Ocorreram ainda várias mudanças no mundo da arte na Europa, fazendo com que teatros, exposições de telas, cinemas, entrassem no quotidiano dos burgueses. E apenas eles tinham acesso a este mundo da arte. A Belle Époque americana é, no entanto, instalada rapidamente no país, por meio de uma breve industrialização que começa em meados de 1875. O Ford T foi um grande símbolo progressista da Belle Époque.
O estilo chamado arte nouveau foi típico da Belle Époque. Esta corrente artística surgiu nos finais do século XIX, em reação ao emprego abusivo na arte de motivos clássicos ou tradicionais. Em vez de se basear nos sólidos modernos da arte clássica, a arte nouveau valorizava os ornamentos, as cores vivas e as curvas sinuosas baseadas nas formas elegantes das plantas dos animais e das mulheres. É uma arte essencialmente decorativa sendo as principais obras desse estilo fachadas de edifícios, objetos de decoração, joias, vitrais e azulejos. No fim do século XIX o êxodo rural, o desenvolvimento das comunicações e a eletricidade, aliadas ao crescimento urbano propiciaram o surgimento da cultura do divertimento. Essa cultura ganhou status social na burguesia através dos cabarés, onde era possível encontrar a fusão dos elementos da cultura erudita com os elementos das classes baixas.
Os parques e os cinemas transformaram-se em divertimento de massa, muito provável porque o ingresso era barato e esses divertimentos provocavam um desprendimento momentâneo da realidade cotidiana das pessoas. Isso foi possível devido ao desenvolvimento da eletricidade e a diminuição da jornada de trabalho, fazendo com que os operários tivessem mais horas livres para o lazer.
Toda essa era de ouro durou até a eclosão da Primeira Guerra Mundial em 1914 na Europa.




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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

37. Unificação da Alemanha








37. Unificação da Alemanha



A unificação da Alemanha, política e administrativamente, em um Estado-nação, realizou-se, oficialmente, no dia 18 de Janeiro de 1871. Os príncipes dos estados alemães reuniram-se para proclamar Guilherme da Prússia como Imperador Guilherme do Império Alemão depois da derrota francesa na Guerra franco-prussiana. Informalmente, a transição de fato da maioria das populações falantes de alemão para uma organização federada de estados, teve lugar mais cedo, através de alianças formais e informais, entre nobres — e, também, de forma irregular, devido às dificuldades levantadas pelos interesses de grupos aristocráticos, desde a dissolução do Sacro Império Romano-Germânico em 1806, e da consequente ascensão do nacionalismo ao longo do período das Guerras Napoleónicas. A Alemanha é o último país importante da Europa a se unificar em um estado-nação.
O Sacro Império Romano da Nação Alemã, que tinha agregado mais de 500 estados independentes, foi dissolvido quando o Imperador Francisco IV abdicou em 1806. Apesar da ruptura legal, administrativa e política associada com o fim do Império, os povos das zonas de língua alemã do antigo Império partilhavam uma tradição linguística, cultural e legal comuns, aumentada pela sua experiência compartilhada nas Guerras revolucionárias francesas. Cada estado independente tinha a sua própria classe governante e as suas associações feudais, tradições e leis locais. Porém, eram os representantes dos maiores estados, Prússia e Áustria, que tinham maior poder e acabam por decidir quase tudo. Havia também um conflito de interesses entre Áustria e Prússia. Enquanto a Áustria era contrária a unificação, a Prússia era favorável, pois pretendia aumentar seu poder sobre o território germânico e ampliar o desenvolvimento industrial.
Os modelos das esferas de influência diplomáticas, resultantes do Congresso de Viena, em 1814–15, depois das Guerras Napoleónicas, sancionaram o domínio austríaco na Europa Central. Contudo, os negociadores de Viena não levaram em consideração a crescente força da Prússia no meio dos estados germânicos e, deste modo, falharam ao não visionar que a Prússia iria fazer frente à Áustria para conquistar a liderança entre os estados germânicos.
Para concluir o objetivo de unificar todos os Estados Germânicos, a Prússia precisava conquistar os estados do sul. Porém, o imperador da França, Napoleão III, se opôs a ideia e declarou guerra à Prússia em 1870. Com um exército formado por militares prussianos e de outros estados germânicos, a Prússia comandou a invasão e conquista da França. Guilherme I foi proclamado Imperador da Alemanha em 1871, concluindo assim o processo de unificação da Alemanha. As principais consequências da unificação alemã foram o desenvolvimento econômico e militar da Alemanha; crescimento do poder geopolítico da Alemanha na Europa; Entrada da Alemanha na disputa por território no processo de neocolonização da África e Ásia e a formação da Tríplice Aliança em 1882, bloco político-militar composto por Áustria, Itália e Alemanha.




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domingo, 1 de novembro de 2015

36. Unificação da Itália








36. Unificação da Itália



A unificação da Itália como estado nacional ocorreu entre 1815 a 1870, sendo um dos últimos países europeus a se unificar. Antes disso a Itália era uma coleção de pequenos Estados submetidos a potências estrangeiras.
Em 1814, a Itália possuía 12 estados e era dominada pela Áustria no norte e no centro. A oposição dos italianos ao domínio austríaco manifestou-se em um sentimento cada vez mais forte em favor da unidade nacional e da independência, cujo primeiro sintoma foi o nascimento de uma rede de sociedades secretas que desempenharam um papel de vital importância no transcurso das revoluções de 1820, fortemente reprimidas pela Áustria.
Entre 1820 a 1848 ocorrerão várias revoltas chefiadas por sociedades secretas como os Carbonários e do movimento Jovem Itália que foram duramente reprimidas e não obtiveram resultados importantes. Durante esse período, os revolucionários proclamam pelo menos três repúblicas. Depois da onda revolucionária, os partidos mais tradicionais cresceram, promovendo posteriormente a unidade italiana, em bases não democráticas, sob a égide do Reino da Sardenha. A derrota dos revolucionários provocou a restauração do absolutismo em quase todos os Estados italianos.
Entre 1848 e 1866 os exércitos do Reino de Sardenha e do Império Austríaco combateram três guerras que, com êxitos alternados, levaram à libertação da maior parte do Norte da península Itálica do domínio austríaco.
E foi entre os anos de 1859 a 1860 prosseguindo no processo de unificação que se concluiu com a declaração da existência de um Reino da Itália. Na luta sobre a futura estrutura da Itália, a monarquia apoiada pelos conservadores liberais, teve sucesso quando em 1861 se formou a Nação-Estado, sobrepondo-se aos partidários de esquerda, republicanos e democráticos. A unificação completou-se com a anexação de Roma, antes a capital dos Estados Pontifícios, em 1870 e sendo transformada na capital do reino que se formava.
Em 1871 foi oferecido como compensação ao Papa uma indenização e o compromisso de mantê-lo como chefe do Estado do Vaticano, um bairro de Roma onde ficava a sede da Igreja. O Papa Pio IX, consciente de sua influência sobre os católicos italianos e desejando conservar o poder da Igreja, recusou a oferta e declarou-se prisioneiro voluntário do Estado italiano. Além disso, proibiu os católicos italianos de votar nas eleições do novo reino. Essa incómoda questão de disputas entre o Estado e a Igreja, chamada Questão Romana, só terminou em 1929, quando o ditador fascista Benito Mussolini, necessitando de apoio da Igreja e dos católicos, assinou com o Papa Pio XI a Concordata de São João Latrão. Por esse tratado, firmou-se um acordo pelo qual se criava o Estado do Vaticano.
A Itália se tornaria República apenas em 2 de junho de 1946 após um plebiscito.




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sábado, 31 de outubro de 2015

35. Guerra Civil Americana






35. Guerra Civil Americana



A guerra civil Americana acorreu entre os anos de 1861 e 1865 nos Estados Unidos depois de vários estados escravistas do sul declararem sua secessão e formarem os Estados Confederados da América, conhecidos como "Confederação" ou "Sul". Os estados que não se rebelaram ficaram conhecidos como "União" ou simplesmente "Norte". A guerra teve sua origem na controversa questão da escravidão.
Na eleição presidencial de 1860, os republicanos, liderados por Abraham Lincoln, se opuseram à expansão da escravidão em territórios sob a jurisdição dos Estados Unidos. Lincoln venceu, mas antes de sua posse em 4 de março de 1861, sete estados escravistas com economias baseadas na produção de algodão formaram a Confederação. O então presidente democrata, James Buchanan, e os republicanos rejeitaram a secessão do sul. Em seu discurso de posse, Lincoln declarou que sua administração não iria iniciar uma guerra civil. As forças confederadas tomaram vários fortes federais no território reivindicado pela Confederação. Uma conferência de paz em 1861 não alcançou qualquer resultado e ambos os lados prepararam-se para a guerra. Os confederados assumiram que os países europeus eram tão dependentes do comércio de algodão que iriam acabar por intervir no conflito; no entanto, nenhum país interveio ou reconheceu a existência dos novos Estados Confederados da América.
As hostilidades começaram em 12 de abril de 1861, quando as forças confederadas tomaram Fort Sumter, um forte chave mantido por tropas da União na Carolina do Sul. Lincoln conclamou cada estado a fornecer tropas para retomar o forte e, consequentemente, mais quatro estados escravistas aderiram à Confederação, elevando o total de membros para onze. A União, no entanto, logo controlou os estados fronteiriços e estabeleceu um bloqueio naval que aleijou a economia sulista. No verão de 1862, a União destruiu a marinha confederada e dividiram a Confederação em dois a partir do rio Mississippi. A União usou muitos recursos materiais e humanos para atacar a Confederação em todas as direções. O exército confederado falhou em sua defesa, levando à rendição de seu principal general em 9 de abril de 1865. Todos os generais confederados renderam-se nesse verão.
A Guerra Civil Americana foi uma das primeiras verdadeiras guerras industriais. Estradas de ferro, o telégrafo, navios a vapor e armas produzidas em massa foram utilizados extensivamente. A mobilização de fábricas, minas, estaleiros, bancos, transportes e alimentos civis prenunciavam a Primeira Guerra Mundial. O conflito foi a guerra mais mortal na história dos Estados Unidos.




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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

34. Independência da América Espanhola








34. Independência da América Espanhola



As guerras de independência na América espanhola inicia do século XIX, a partir de 1808 até 1829. Nesse período já havia duas nações independentes na América: os Estados Unidos em 1776 e o Haiti em 1804.
Em 1806, quando Napoleão Bonaparte com o bloqueio continental, proibiu os países europeus a comercializarem com o Reino Unido, sob ameaça de atacar os países onde as ordens não fossem cumpridas. Portugal, fiel aliado do Reino Unido, ficou numa situação desagradável, não se resolvendo a tempo. Napoleão, indo invadir Portugal, passou pela Espanha. O rei de Espanha, Fernando VII, foi preso e perdeu o trono por ordem de Napoleão, que, em seu lugar, colocou seu irmão José Bonaparte. O povo espanhol não obedecia ao rei francês, e as colônias também se recusaram a fazê-lo.
Com a Europa enfraquecida, a Colônia sentiu que seria a hora certa para lutar pela sua independência. Ora, a Espanha estava enfraquecida, pois estava tomada pelo exército francês de Napoleão que na verdade queria acabar com o intercâmbio comercial do Reino Unido, para que assim, a França se tornasse a maior potência europeia e não o Império Britânico. As Ideias Iluministas ainda circulavam por toda a Europa, assim como a recente Revolução Francesa. Essas ideias chegavam a colônia como consequência do comércio. Para as guerras de independência, os colonos se basearam nas ideais iluministas e na Declaração da Independência dos Estados Unidos da América.
Por ser um processo muito longo, complexo, abrangente e possuir muitas particularidades, as causas da independência variavam de lugar para lugar. Algumas causas de influência mundial, como a Revolução Francesa e a Independência dos Estados Unidos da América, atuaram mais como padrão que como uma causa direta.
Na América do Norte, a primeira colônia espanhola a se tornar independente foi o México, adotando, primeiramente o governo monárquico, e depois o governo republicano. Na América do Sul, a primeira independência foi a da Venezuela, que se completou com a independência da Colômbia e Equador. Na América Central, a região foi dividida em cinco países: Honduras, Guatemala, El Salvador, Nicarágua e Costa Rica. Depois de alguns anos, foi a vez das ilhas da América Central: a República Dominicana, Porto Rico e de Cuba.
O movimento de independência foi o resultado natural da fragmentação dos países emergentes. Não houve nenhuma alteração na estrutura administrativa; nem mesmo houve alterações sociais. Desapareceu o monopólio comercial e houve um empobrecimento de muitas regiões latino americanas que não poderiam competir com as indústrias na Europa. A independência não está ligada a qualquer melhoria econômica ou social ou de administração.
Depois de processos complexos que ocorreram em anos posteriores resultaram em 16 países da América Latina, ao lado o ano de independência: Argentina (1810), Bolívia (1822), Colômbia (1821), Costa Rica (1829), Chile (1818), Equador (1821), El Salvador (1839), Guatemala (1839), Honduras (1839), México (1821), Nicarágua (1838), Panamá (1821), Paraguai (1811), Peru (1821), República Dominicana (1844), Uruguai (1828) e Venezuela (1821). Cuba e Porto Rico em 1898 após a Guerra Hispano-Americana.




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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

33. Reino Luso-Brasileiro







33. Reino Luso-Brasileiro



Em novembro de 1807, as tropas de Napoleão Bonaparte obrigaram a coroa portuguesa a procurar abrigo no Brasil. Dom João VI chegou ao Rio de Janeiro em 1808, abandonando Portugal após uma aliança defensiva feita com a Inglaterra, que escoltou os navios portugueses no caminho.
No ano de 1815 o Brasil assume a designação oficial de Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves e o Rio de Janeiro, por conseguinte, subia à categoria de Corte e capital. Em 1820 acorre a revolução no Porto e D. João VI retorna para Portugal em 1821, deixando seu primogênito Pedro de Alcântara como Príncipe-Regente do Brasil.
A separação do Brasil com Portugal foi informalmente realizada em janeiro de 1822, quando D. Pedro declarou que iria permanecer no Brasil, "Dia do Fico", com as seguintes palavras: Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto: diga ao povo que fico. Agora só tenho a recomendar-vos união e tranquilidade. Porém, a separação do Brasil se é dada no dia 7 de setembro de 1822, com o "grito do Ipiranga" que foi romantizado, apesar da separação anteriormente.
Após a declaração da independência, o Brasil foi governado por Dom Pedro I até o ano de 1831, período chamado de Primeiro Reinado, quando abdicou em favor de seu filho, Dom Pedro II, então com cinco anos de idade.
Durante o período de 1831 a 1840, o Brasil foi governado por diversos regentes, encarregados de administrar o país enquanto o herdeiro do trono, D. Pedro II, ainda era menor, até o Golpe da Maioridade em 1840, que elevou D. Pedro II ao trono com 15 anos dando início ao Segundo Reinado.
A partir de 1870, assistiu-se ao crescimento dos movimentos republicanos no Brasil, principalmente após 13 de maio de 1888, quando a Princesa Isabel sancionou a Lei Áurea, que já havia sido aprovada pelo Parlamento, abolindo toda e qualquer forma de escravidão no Brasil. Mas a economia, que tinha como base principal a agricultura, tornando-se o café o principal produto exportador do Brasil durante o reinado de Pedro II, em substituição à cana-de-açúcar. A falta de mão-de-obra em consequência da libertação dos escravos foi solucionada com a atração de centenas de milhares de imigrantes, em sua maioria italianos, portugueses e alemães.
Em 1889, um golpe militar tirou o cargo de primeiro-ministro do visconde de Ouro Preto, e, por incentivo de republicanos, o Marechal Deodoro da Fonseca proclamou a República e enviou ao exílio a Família Imperial.
Não houve nenhuma participação popular na proclamação da República do Brasil. O que ocorreu, tecnicamente foi um golpe militar. O povo brasileiro apoiava o Imperador e para poupar conflitos, não houve violência e a Família Imperial pôde exilar-se na Europa em segurança. Era o Fim da monarquia no Brasil e o começo da Republica que inicia em 1889 e permanece até hoje.




Reino Luso-Brasileiro















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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

32. Guerras Napoleônicas






32. Guerras Napoleônicas



Napoleão chegou ao poder como 1° Cônsul em 1799 vindo a ser coroado imperador da França, em 1804, sob o título de Napoleão I. E em 1805, Napoleão organizou uma enorme frota para atacar a Inglaterra, mas uma esquadra britânica comandada por Horácio Nelson destruiu uma força combinada franco-espanhola acabando com a ameaça francesa no mar. Em 1805, Napoleão também lançou os seus exércitos num ataque à Áustria, derrotando-a em Dezembro. No ano seguinte invadiu a Prússia e derrotou-a. Em 1807 foi a vez dos Russos. Em 1809, a Áustria voltou à luta, mas foi novamente derrotada.
Na península Ibérica, em 1807, Napoleão atacou Portugal e, em 1808, a Espanha, nomeando o seu irmão José Bonaparte como rei de Espanha. Os povos ibéricos revoltaram-se e as tropas britânicas desembarcaram em Portugal. Napoleão forçou-as a uma retirada para o norte da Espanha. Enquanto as forças de guerrilha e os exércitos espanhóis desgastavam os franceses e obrigavam Napoleão a manter um enorme exército na Espanha, o exército português, reconstituído e aliado aos britânicos sob o comando de Wellington, concentrou a defesa de Portugal, conduzindo à vitória sobre os franceses. Em Maio de 1813, o exército anglo-português iniciou a libertação de Espanha.
Em 1812, Napoleão estava decidido a esmagar a Rússia, que invadiu com seiscentos mil homens em Junho. O que ele não sabia é que os russos haviam abandonado sua própria capital, levando documentos governamentais importantes, além da família real. O objetivo disso era criar uma armadilha para Napoleão, que caiu nela. Acostumados a saquear cidades e usar os alimentos presentes nelas, o exército francês se deparou com a escassa produção agrícola e rigoroso inverno russo. Chegando em Moscou, Napoleão esperava encontrar o czar para poder obrigá-lo a coroar Napoleão rei, mas encontrou a cidade em chamas, vazia. Então, tomou Moscou, mas encontrou-se com falta de mantimentos e em pleno Inverno russo. Teve de retirar, em meio a morte de seus soldados por hipotermia e fome, perdendo a maioria esmagadora dos seus soldados. A Áustria, Prússia e outros estados alemães recomeçaram a guerra, e em Outubro de 1813 uma força combinada de russos, prussianos e austríacos derrotou Napoleão na Batalha de Leipzig. Este abdicou em Abril de 1814 e foi exilado para a ilha de Elba.
As Guerras Napoleónicas repercutiram no Brasil a partir da invasão da península Ibérica em 1807. Com a chegada da Família Real portuguesa ao Brasil em 1808, e a transferência da Administração para o Rio de Janeiro, o Príncipe Regente emite o Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas.
Em março de 1815 Napoleão escapa da ilha de Elba e regressa à França. O rei francês, Luís XVIII, fugiu e Napoleão viu-se de novo no poder. Reuniu-se apressadamente um exército aliado, que derrotou Napoleão na Bélgica, em Waterloo, em junho. Napoleão foi novamente exilado, agora para a ilha de Santa Helena, no Atlântico Sul, onde morreu em 1821. Napoleão Bonaparte é considerado um dos maiores estrategistas da história.




Guerras Napoleônicas












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terça-feira, 27 de outubro de 2015

31. Revolução Industrial






31. Revolução Industrial



A Revolução Industrial junto com a Independência dos Estados Unidos e a Revolução Francesa assinala a transição da Idade Moderna para a Idade Contemporânea. A Revolução Industria inicia em 1760 e vai até 1830, apenas como referência de tempo, pois o processo de mudança econômica e social ocorreu de forma gradual. A revolução teve início no Reino Unido e em poucas décadas se espalhou para a Europa Ocidental e os Estados Unidos.
A Revolução Industrial é um divisor de águas na história e quase todos os aspectos da vida cotidiana da época foram influenciados de alguma forma por esse processo. Esta transformação incluiu a transição de métodos de produção artesanais para a produção por máquinas, a fabricação de novos produtos químicos, novos processos de produção de ferro, maior eficiência da energia da água, o uso crescente da energia a vapor, além da substituição da madeira pelo carvão.
São as novidades da Revolução Industrial que fazem o pensador escocês Adam Smith procurar responder racionalmente às perguntas da época e escrever seu livro A Riqueza das Nações em 1776, que é considerado uma das obras fundadoras da ciência econômica.
Durante a segunda metade do século XIX, entre 1850 a 1870, ocorre mais uma série de desenvolvimentos dentro da indústria química, elétrica, de petróleo e de aço. Outros progressos essenciais nesse período incluem a introdução de navios de aço movidos a vapor, o desenvolvimento do avião, a produção em massa de bens de consumo, o enlatamento de comidas, refrigeração mecânica e outras técnicas de preservação e a invenção do telefone eletromagnético. Esse período é considerado como a Segunda Revolução Industrial.
O Reino Unido foi pioneiro no processo da Revolução Industrial e ajudou a manter sua hegemonia durante o século XIX, um período de acelerado progresso econômico-tecnológico, de expansão colonialista e das primeiras lutas e conquistas dos trabalhadores. Durante a maior parte do período, o trono britânico foi ocupado pela rainha Vitória, entre 1837-1901. Ao final do período, a busca por novas áreas para colonizar e descarregar os produtos maciçamente produzidos pela Europa produziu uma acirrada disputa entre as potências industrializadas, causando diversos conflitos e um crescente espírito armamentista que culminou, mais tarde, na eclosão, da Primeira Guerra Mundial em 1914.




Revolução Industrial











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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

30. Idade Contemporânea








30. Idade Contemporânea



A Idade Contemporânea é o período específico atual da história do mundo ocidental, iniciado a partir da Revolução Francesa em 1789. A Contemporaneidade está marcada de maneira geral, pelo desenvolvimento e consolidação do regime capitalista no ocidente e, consequentemente pelas disputas das grandes potências europeias por territórios, matérias-primas e mercados consumidores.
O seu início foi bastante marcado pela corrente filosófica iluminista, que elevava a importância da razão. Havia um sentimento de que as ciências iriam sempre descobrindo novas soluções para os problemas humanos e que a civilização humana progredia a cada ano com os novos conhecimentos adquiridos.
Atualmente está havendo uma especulação a respeito de quando essa era irá acabar e a respeito da eficiência atual do modelo europeu da divisão histórica.

Cronologia


  • 1789 – Revolução Francesa
  • 1792 – Tiradentes é enforcado em praça pública.
  • 1799 – Termina a Revolução Francesa.
  • 1808 – Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil.
  • 1822 – Independência Brasileira em 7 de setembro.
  • 1825 – Guerra da Cisplatina resulta na independência do Uruguai.
  • 1859 – A Origem das Espécies, de Charles Darwin, é publicada em 24 de Novembro.
  • 1861 – Guerra Civil Americana entre a União e a Confederação.
  • 1865 – Abraham Lincoln, presidente dos E.U.A. é assassinado em Washington, D.C.
  • 1888 – Lei Áurea é assinada pela Princesa Isabel e extingue todos os escravos no Brasil.
  • 1889 – Proclamação da República no Brasil.
  • 1914 a 1918 – Primeira Guerra Mundial.
  • 1917 – Revolução Russa.
  • 1939 a 1945 – Segunda Guerra Mundial.
  • 1945 a 1991 – Guerra Fria entre os Estados Unidos e a União Soviética
  • 1989 – Ocorre a Queda do Muro de Berlim em 9 de novembro.
  • 1990 – Guerra do Golfo.
  • 1991 – A União Soviética é dissolvida em 26 de dezembro.
  • 2001 – Atentado terrorista no World Trade Center em Nova York em 11 de setembro.
  • 2010 – Início da Primavera Árabe.




Idade Contemporânea












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domingo, 25 de outubro de 2015

29. Revolução Francesa






29. Revolução Francesa



A Revolução Francesa ocorreu entre os anos de 1789 a 1799 e foi um período de intensa agitação política e social na França, que teve um impacto duradouro na história do país e, mais amplamente, em todo o continente europeu. A monarquia absolutista que tinha governado a nação durante séculos entrou em colapso em apenas três anos. A sociedade francesa passou por uma transformação épica, quando privilégios feudais, aristocráticos e religiosos evaporaram-se sob um ataque sustentado de grupos políticos radicais de esquerda, das massas nas ruas e de camponeses na região rural do país. Antigos ideais da tradição e da hierarquia de monarcas, aristocratas e da Igreja Católica foram abruptamente derrubados pelos novos princípios de liberdade, igualdade e fraternidade. As casas reais da Europa ficaram aterrorizadas com a revolução e iniciaram um movimento contrário que até 1814 tinha restaurado a antiga monarquia, mas muitas reformas importantes tornaram-se permanentes. O mesmo aconteceu com os antagonismos entre os partidários e inimigos da revolução, que lutaram politicamente ao longo dos próximos dois séculos.
A revolução começou em 1789 em meio a uma crise fiscal, o povo francês estava cada vez mais irritado com a incompetência do rei Luís XVI e com a indiferença contínua e a decadência da aristocracia do país. Esse ressentimento, aliado aos cada vez mais populares ideais iluministas, alimentaram sentimentos radicais e com a convocação dos Estados Gerais em maio. O primeiro ano da revolução foi marcado pela Tomada da Bastilha em julho, pela aprovação da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão em agosto e por uma épica marcha sobre Versalhes, que obrigou a corte real a voltar para Paris em outubro. Os anos seguintes foram dominados por lutas entre várias assembleias liberais e de direita feitas por apoiantes da monarquia no sentido de travar grandes reformas no país.
Em síntese, em 1791 foi criada a Constituição que estabeleceu na França as linhas gerais para o surgimento de uma sociedade burguesa e capitalista em lugar da anterior, feudal e aristocrática e a primeira República Francesa foi proclamada em setembro de 1792 e o rei Luís XVI foi executado no ano seguinte. Os sentimentos populares radicalizaram a revolução significativamente, culminando com a ascensão de Maximilien Robespierre, dos jacobinos e de uma ditadura imposta pelo Comitê de Salvação Pública, que estabeleceu o chamado Reino de Terror entre 1793 e 1794, período no qual quase 40 mil pessoas foram mortas. Após a queda dos jacobinos e a execução de Robespierre, o Diretório assumiu o controle do Estado francês em 1795 e manteve o poder até 1799, quando foi substituído pelo Consulado em 1799, sob o comando de Napoleão Bonaparte.
A era moderna tem se desdobrado na sombra dos ideais conquistados pela Revolução Francesa. O crescimento das repúblicas e das democracias liberais ao redor do mundo, a difusão do secularismo e o desenvolvimento das ideologias modernas tiveram o seu nascimento durante a revolução. E é o fim da Idade Moderna e a entrada da humanidade na Idade Contemporânea, que é o período específico atual da história do mundo ocidental.

Principais Datas


  • 1787: Revolta dos Notáveis
  • 1789: Tomada da Bastilha e Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.
  • 1790: Confisco dos bens do Clero.
  • 1791: Constituição que estabeleceu a Monarquia Constitucional.
  • 1791: Tentativa de fuga e prisão do rei Luís XVI.
  • 1792: Invasão da França pela Áustria e Prússia.
  • 1793: Oficialização da República e morte do Rei Luís XVI; 2ª Constituição.
  • 1793: Terror contra os inimigos da revolução.
  • 1794: Deposição de Robespierre.
  • 1795: Regime do Diretório — 3ª Constituição.
  • 1799: Golpe do 18 de brumário (9 de novembro) de Napoleão.




Revolução Francesa















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